Outro dia, falando sobre a assuntos discutidos no Mãe com Filhos com a Sam Shiraishi, disse que ficava um pouco incomodada quando vias algumas mães afirmando não saber como proibir seus filhos de fazer alguma coisa. Aliás, não é uma questão de ficar incomodada: é que, longe de ter todas as respostas para educar meu filho, eu sempre me apavorei com a idéia de não ter ascendência moral sobre ele quando a adolescência chegasse – não quero perder o fio da meada né?
Sabem aquelas cenas doidas de filme de “tiro-e-bomba” onde o herói desarmado convence o vilão armado a baixar a arma? Então…Eu gosto de pensar que sou a heroína, e o meu filho o vilão malvado que não me obedecesse. É um jogo. Um jogo de poder, um jogo perigoso, mas ainda assim um jogo.

E queria ressaltar uma coisa: a questão dos castigos físicos. Eu sei que alguns pais (e mesmo alguns educadores) defendem que umas palmadas de vez em quando não fazem mal nenhum; até acho que não fazem mesmo – mas ao mesmo tempo em que não fazem mal (ou, melhor dizendo, não traumatizam), também não fazem bem algum.
Na minha concepção, um tapinha “sem conseqüências” mostra somente que o pai perdeu o controle; mostra somente que aquele fedelhinho atormentou-o tanto, mas tanto, que ele partiu pra agressão física – ou seja, mostra que, em última análise, o pai perdeu. E qualquer criança inteligente percebe isso – e certamente, apesar do susto e da dor da palmada, terá essa consciência e usará isso contra o pai assim que conseguir ordenar o seu raciocínio e desenvolver uma boa capacidade de argumentação. Por essas razões aí em cima é que nunca dei um tapa no meu filho enquanto ele era pequeno: eu achava que o importante não era somente disciplinar naquela hora, mas sim construir uma relação de respeito onde a minha voz de comando fosse suficiente para que, aos 15 anos de idade, eu continuasse a ter ascendência sobre ele (sim, porque ele seguramente estará mais alto, mais forte e mais contestador – e o que eu vou fazer? contratar um leão de chácara pra bater nele? Não rola né?).
A Rosely Sayão em um post sobre o assunto, colocou o tema sob uma perspectiva bastante interessante:
Essa é a ponte, para mim, entre educar e cozinhar: a transformação que podemos produzir nas duas atividades, uma tão distinta da outra, mas com tantas características em comum.
Quem cozinha precisa ser paciente e persistente; quem educa também. Para cozinhar é preciso prestar atenção em todos os detalhes; para educar também. Cozinhar é um ato de extrema generosidade; educar também. Cozinhar dá um trabalho danado; educar também. Para cozinhar é preciso despir-se de todos os preconceitos; para educar também (grifos meus – e vale conferir o post completo no blog dela viu?)
Adorei a metáfora e acho que é por aí. Pais têm que ser incansáveis. Vocês vão perguntar: mas então como fazer? Diálogo? E eu vou responder: mais ou menos. Sou super a favor do diálogo, de ouvir o lado do meu filho, os pleitos dele, o ponto de vista dele, e até negociar o que eu julgar negociável – mas a decisão final é minha, é inquestionável e sem recurso cabível (e com punição caso haja descumprimento, simples como isso).
Tem um ponto que acho importante: vc tem que decidir o que é prioritário na educação do seu filho – senão, ao impor uma lista infindável de regras, corre-se o risco de:
a) criar um macaquinho amestrado;
b) não conseguir que nenhuma das regras impostas seja cumprida e sua casa vire uma quizumba.
Na minha casa alguns pontos são questão fechada:
a) educação à mesa (eu sou muito rígida com isso, sério);
b) leitura (com bibliografia que eu decido – claro que ele pode ler além disso, mas algumas coisas devem ser lidas porque eu acho importante e pronto);
c) responsabilidade quanto à vida escolar;
d) prática de algum esporte 4 vezes por semana;
e) língua estrangeira;
g)horários para videogame e televisão.
<parênteses> É bom deixar claro que a maioria dessas imposições ocorreu depois dos 7, 8 anos de idade – antes disso, priorizei o lúdico, o tempo livre pra brincar ao invés de ter um mini-executivozinho em casa </fecha parênteses>
Também não há privacidade de msn, correspondência ou no celular – meu filho é menor de idade e essa privacidade tem sido conquistada por ele à medida que vejo que ele está se tornando um rapazinho que não é um mané. Só deixei ele ter um orkut depois dos 10 anos de idade (e aí foi a vez dele de dizer que não queria, porque acha aquilo idiota).
Mas tem coisa legal sim. Quando me questiono sobre a correção com que conduzo as coisas aqui em casa, sempre me lembro de um “sobrinho postiço” que eu tenho e que, certa feita falou pra mim:
” Tia, aqui na sua casa é um quartel general liberal – quartel general porque tem que fazer as coisas chatas, bla bla bla, mas quando é zona…é zona pra valer”.
Ouvir uma coisa dessas não tem preço, fala a verdade né?
Acho que o segredo é esse: definir o que é importante proibir e acreditar nas proibições impostas. Também é importante fazer com que essas proibições sejam obedecidas, para com isso, dar a seu filho a segurança de que aquelas proibições, uma vez definidas, são pra valer. Meu filho sabe que quando eu digo “se vc jogar o jogo X eu pego o videogame e jogo ele fora” eu pretendo mesmo cumprir aquela afirmação – e aí está um outro ponto importante: só faça ameaças que você tenha certeza que vai conseguir cumprir; não seja mais rigorosa nas palavras no que você será nos atos, pois, caso isso aconteça, você perde credibilidade – e isso é a ruína numa relação onde você tenha que ter comando. Castigar, impor restrições normalmente é mais doloroso para quem aplica o castigo do que para o castigado – é importante que o pai pense no quanto ele aguenta ao impor uma restrição ao filho (e quem tem filhos sabe que eles apelam e cortam o coração da gente).
Em suma: até que seu filho entre na adolescência e conteste o seu padrão, os seus valores, você é a referência para ele: e da mesma forma que um general não pode desapontar seus soldados, você também não pode desapontá-lo: cumpre a você elogiar o que foi feito corretamente, mostrar firmeza nas suas posições, e muito principalmente, escolher as batalhas que vai lutar. Afinal, nesta guerra não podemos nos dar ao luxo de perdermos muitas batalhas, certo?
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P.S. I – É bom deixar claro: esse é o meu ponto de vista, sem qualquer embasamento técnico – sou apenas uma mãe de um menino de 12 anos que, apesar de ser levado, é educado.
P.S I I- Antes que vocês me perguntem: eu NUNCA dei um tapa no meu filho. Nem no dia em que ele cuspiu na minha cara, com uns 4 anos. Nesse dia foi quase. Meu filho não é flor que se cheire mas é extremamente educado e nunca foi uma daquelas crianças que corre em restaurante ou grita em locais inapropriados. Ele não é burro né? Sabe muito bem que eu não bato, mas sou mais brava do que as mães que batem. Sabem por quê? Porque eu NÃO DESISTO. Ele já está com 12 anos. Será uma longa e extenuante adolescência, porque ele é extremamente talentoso na argumentação . E querem saber? Morro de orgulho das discussões extenuantes que tenho com ele. MORRO de orgulho – porque ele aprendeu que é com argumentação infindável que conquistamos o respeito das pessoas e não com uso da força.
P.S.III – Apanhei do meu pai já bem mocinha. Apanhei feio. E a frase que ele mais ouviu foi: pode bater à vontade – você só faz isso porque perdeu e não sabe o que fazer. É, eu não era fácil né?
P.S. IV – Mais um texto para refletir sobre o assunto também da Rosely Sayão; também gostei desse aqui.
P.S. V – Para divertir e dar um “se liga” nos filhos menores, recomendo FORTEMENTE um livro chamado “ O dia em que mamãe virou um monstro” – meu filho olhava pra mim quando era pequeno e dizia: Mamãe, eu tenho medo da “cato horas”…
O livro contava um dia na vida de uma mãe, que lá pelas quatro horas…virava um monstro furioso, porque não aguentava mais aqueles pestinhas aprontando. Imperdível (e muitíssimo instrutivo para nossos queridos rebentos, hehehe)
















Fui uma peste. Desde sempre… daqueles que soltam o freio do carro na ladeira abaixo, somem na feira-livre, botam sal no doce de abóbora no dia da festa de algum aniversário, mordiam e arrancavam pedaço da orelha do cara maior que queria te bater na escola, pegavam carros dos pais dos amigos e os batiam na esquina, surrupiavam doces no supermercado, encoxavam as priminhas mais novas, e que depois dos 14, 15 viravam contestadores invencíveis. Brigadores. Até que com o passar do tempo, anos após anos… acabei por me convencer que, no mundo, as únicas pessoas que realmente estavam ao meu lado, amando todas as minhas idiotices, eram os meus pais. Caiu a ficha tardiamente… mas ainda tenho tempo de prestar-lhes a gratidão, a atenção, o carinho… tão merecido e que no fundo, foi-me dado e me ensinou… lentamente… daí que eu sempre digo que felicidade é construção…
Acho que minha mãe sempre impos só três limites:
-Minha casa, minhas regras
-Educação, seu peste. Sempre
-Quando eu falar não, é “NÃO”, entendeu?
Impressionante como ela conseguiu educar 4 filhos com esse método. Palmadas a gente levou, sim, mas eram apenas quando ficávamos de corpo mole – e só foi até os seis anos, acho.
Acho que a questão é mais os pais se fazerem valer da autoridade deles do que de bater, propriamente dito. E concordo com bastante coisa que você falou: tem que ter limite pra autoridade, senão vira um macaquinho amestrado. Conheço gente que teve praticamente uma formação militar em casa e hoje, com 21, morre de medo de ter desaprovação dos pais (ao passo que eu perdi meu cordão umbilical aos 2 segundos de vida fora da barriga).
Ah propósito, se você der liberdade e explicar como é o convívio em sociedade, quando ele chegar na adolescência não vai contestar tanto assim os valores passados. Bem, ao menos eu nunca contestei nada – apenas questionava pra melhor entendimento meu
No mais, acho que os pais modernos tem problemas em educar os filhos porque dão liberdade demais pras pestes, desde crianças. Ao menos seu filho parece que não vai ter isso, já que a mãe dele educa-o bem
Penachi, fiquei super contente com o que vc contou pq é sinal que eu fiz vc parar pra pensar na sua infância né? Mas vc não contou como seus pais lidavam com as suas “danadices”. Faça o favor de voltar aqui e contar, hehehe…
_g Sabe que eu estou vendo isso com meu filho né? 12 anos, começo de adolescência, e nem temos tantos atritos assim. E claro, com a idade, dá pra conversar e flexibilizar algumas coisas.
Os pais dão liberdade demais sabe por quê? Porque têm preguiça. Porque educar dá um trabalho dos diabos. Sabe o que é falar “tire o cotovelo da mesa” todas as refeições do dia, umas 10 vezes em cada refeição? E quando acaba isso, vc passa a falar “olhas as costas”? E quando acaba isso…é infernal. E vc tem que fazer sem gritar, com calma…é trabalhoso. Quando dá certo, é um tesão – mas nem por isso menos trabalhoso.
Beijos!
Ah, tenho uma leve noção de como é isso. Eu cuidei da minha primeira sobrinha, nos 7 primeiros anos de vida dela. Bem, ao menos era uma babá e tanto
.
Acho que a maioria dos pais tem mesmo é medo, mas existe diversos outros fatores para a preguiça: trabalharem até tarde, falta de diálogo com os avós da criança, excesso de cansaço… milhares.
Não que eu esteja livrando as costas deles. Bando de preguiçoso do cacete
_g tem uma outra coisa: a culpa dos pais (principalmente das mães) que trabalham muito. Como elas se sentem culpadas, tendem a ser permissivas porque compraram a idéia de que qualidade de tempo é não ter brigas, não ter confronto, etc. E criança é um bicho malandro, quando percebe a culpa, explora isso (tão certas né?
)
bjs
Bom, cuido dos meus sobrinhos desde pequenos, e uso basicamente os mesmo métodos que você. Pena que a Mãe deles vem, e estraga tuuuudo =(
Adorei o texto!
Beijos
Giulianahehehe…quando vc tiver os seus filhos vc vai poder educá-los sem gente abilolada se metendo né?
beijos!
Muito bom o seu texto. Parabéns!
Sempre digo uma coisa quando ensinamos a nossos filhos a terem limites.
“Sem limites, impossível compreender o desenho.”
Não é mesmo?
Anny Nossaaaaaa!! Que frase linda!!! Adorei!! Daquelas pra guardar nos favoritos!!!
Amei!
Obrigada pela visita!
beijos!
Mais um excelente texto Lady!!
Rodrigo obrigada!!!
Beijos!
Se todas as mães conseguissem criar filhos sem bater e com base em argumentação, assim como você faz, seria perfeito. Pena que alguns adolescentes mereciam que os pais contratassem um leão de chácara pra dar uma lição no filho! Mas, como você mesma falou, eu também acho que um tapinha num momento de descontrole não causa mal nenhum a criança. Haja sangue frio pra não dar um tapa ou puxão de orelha depois de levar uma cuspida de uma criança de 4 anos! Eu daria um sacudidão mesmo que não fosse meu filho!
Ju hehehe…é que eu acho que os adolescentes só precisam do leão de chácara pra bater neles porque os pais não foram firmes quando eles eram pequenos…
Um tapinha num momento de descontrole não vai traumatizar a criança. Mas como disse o Doni, vai mostrar que isso é passível de acontecer; que pessoas usam de violência física quando se descontrolam. E crianças aprendem vendo as nossas atitudes. Vou dar um exemplo pra vc: quando meu filho era pequeno, eu tinha o hábito de, ao dar uma bronca séria, fazer ele olhar no meu olho enquanto eu falava. Se ele desviasse o olhar, eu segurava o queixo dele e o obrigava a me encarar. Falava assim : “Leoncio, olha pra mim” (segurando o queixo dele).
Eu tenho um cachorro, um schauzer. Um belo dia, ele fez xixi e cocô no quarto do meu filho (com uns 3 anos então). Quando eu entro no quarto, vejo o meu filho segurando o Bóris (é o meu cachorro) pelo maxilar e falando: “Bóris, olha pra mim: vc não pode fazer cocô aqui, entendeu? Não pode!”. Eu te pergunto: o que será que meu filho teria feito com o cachorro se ele tivesse internalizado que pessoas perdem a cabeça e agridem fisicamente, ainda que sem machucar? É nisso que eu penso. Temos que dar o exemplo e não podemos perder a cabeça.
Mas confesso que eu, por ter passado por uma série de situações que não vêm ao caso falar agora, tinha jurado pra mim que nunca encostaria o dedo no meu filho (e acredite, vc só acha que isso não é assim tão importante pq nunca teve que passar por isso) – e eu não desisto fácil.
Mas ainda me remetendo ao post do Doni – lembra quando ele falou que ao bater vc está dizendo que não conhece a criança e que não sabe lidar com ela? então. Naquele época da cuspida, meu filho estava tendo reações atípicas, ninguém conseguia controlar ele. Na escola disseram que era por causa da separação, ocorrida seis meses antes. Eu achava que não era isso. Eu deixei ele de castigo no dia da cuspida, e falei muito sério com eel (vc não sdabe como sou brava). Mas fui vendo o comportamento dele. E cheguei à conclusão que a babá não estava dando atenção pra ele. Não batia, nada disso, mas estava de saco cheio. E o jeito dele dizer que ele não tava bem era alterando o comportamento dele (no que está certíssimo aliás, tem que chamar a atençaõ mesmo – até por instinto de sobrevivência). Mandei a babá embora e ele voltou a ser o menino doce de sempre. Ou seja: a gente tem que pensar; a gente tem que agir como adultos, como educadores – e não como o coleguinha de classe. Dá trabalho. Ah dá. Muito. Mas é altamente compensador. Meu filho tem fama de ser um gentleman (e não é mané não…). Pensa nisso quando vc tiver os seu seus tá?
beijos!
Ler ai amor,
Bjus!!!
Ler ai amor,
mt bom
Bjus!!!
Flávia,
Também não sou pedagoga, fiz direito… e acabei caindo numa escola!Convivo com a falta de limites todos os dias e ainda com alguns pais que confundem essa falta de limites com “criatividade”, “independência precoce”…
Sem sua permissão (olha a falta de limites!) indiquei seu blog para os pais através da nossa mala direta virtual. A esperança é a última que morre.
Olá Flávia,
Belo texto! Adorei!
Eu não sou nada a favor nem de tapinhas e nem de tapões. Criei três filhos sem nunca encostar a mão neles e também nunca gritei, muito pelo contrário, quando eu falava entre dentes eles sabiam que eu estava muito brava. Posso dizer que acertei o caminho das pedras pois eles estão formados, encaminhados e são pessoas de bem e temos um ótimo relacionamento.
Porém, eu levei surras de cinta do meu pai que tinha uma compulsão e que quando começava a bater não conseguia parar. E minha mãe ficava em pé assistindo, pois era ela a autora intelectual das surras.
Posso não ter ficado traumatizada, porém fiquei muito magoada.
Até meu cachorro sempre foi educado e nunca levou um único tapa. A única coisa que eu fazia era bater com o jornal dobrado na palma da minha mão. Ele se assustava com o barulho e foi este o diálogo que entrei para educá-lo.
Precisamos quebrar este paradigma que está enraizado no formato da educação da criança.
beijinhos e Parabéns!
Cybele tem coisas sobre as quais eu não tenho condição de falar muito, mas acho que a história do trauma se reflete na auto-estima da gente. Nem nós nos damos muito conta do que acontece, acho. Mas como já disse, importante ver que conseguimos dar um estilo de educação e relacionamento diferente pros nossos filhos, né?
Beijos
UFA, quanta coisa pra falar!
Sobre o castigo físico, vou fazer uma colocação, ainda que eu mesma não o aplique há muito no meu filho:
Fui educada em uma casa onde a gente apanhava de cinta. Nunca apanhei sem saber o porque. O ‘apanhar’ nunca foi a última alternativa a um pai já sem argumentos: era o castigo mesmo! Em casa não se ficava trancada no quarto por horas, não se ficava de castigo. A gente levava uma surra e pronto!
Não, eu não sou traumatizada, nem nunca fui, em nível algum. Sim, sou eternamente grata aos meus pais pela maneira como me formaram e pela pessoa que sou hoje. E apanhamos apenas até os 10, 12 anos, depois bastava o olhar… Aquilo matava!
Tenho um filho de 8 anos que apanhou, sim, algumas poucas vezes, acho que somente até os 4 anos. Sempre obtive ótimos resultados conversando com ele. Ele é muito melhor do que nós (eu e meu irmão) eramos!
O que acho mais importante na educação de um filho a Flavia colocou muito bem: ter definidos os pontos inegociáveis e cumprir com o que se fala. Ameaças destroem tanto uma educação quanto destroem relacionamentos! Jamais diga algo que não pretende cumprir à risca!
No mais, erraremos tantas vezes, acertaremos algumas. Tudo o que a criança espera de seus pais é sentir-se segura. Um NÃO, na hora certa em que eles estão passando dos limites, é toda a demonstração de amor de que eles necessitam para tornarem-se seres humanos completos!
Ah, sim, somos também filhos e sabemos: o encargo não termina NUNCA!
Parabéns pelo post!
Lady Rasta,
Saiba que assim que eu parir vou imprimir o seu manual (espero que cresça até lá, já que vai demorar muito) e vou me esbaldar… hahaha.
Sério, sou professora de educação infantil de um colégio de elite e vejo muitos pais que ainda não sabem colocar limites. Triste…
ladyrasta (Flavia Penido) // jul 21, 2010 at 3:23 PM
pra quem quiser, nesse texto aqui eu falo um pouco de limites pros filhos http://ladyrasta.com.br/2009/03/03/seus-filhos-tem-limites/
luizmarcondes (Luiz Marcondes) // jul 21, 2010 at 3:25 PM
RT @ladyrasta: pra quem quiser, nesse texto aqui eu falo um pouco de limites pros filhos http://ladyrasta.com.br/2009/03/03/seus-filhos-tem-limites/
carolfranco80 (CarolinaFranco) // jul 21, 2010 at 3:30 PM
Texto ( muito bom) da @ladyrasta sobre educação de filhos.
http://ladyrasta.com.br/2009/03/03/seus-filhos-tem-limites/
Amando seus posts! Como só descobri seu blog hj? Não largo mais!
Bjs, Eliane