Queria abordar, com relação ao lingerieday, um fenômeno que tem me chamado a atenção desde a época da Greve na USP: a falta de modos, de decoro e a total incapacidade de alguns blogueiros em discutir qualquer tema sem se agrupar em gangs violentas pró e conta o que quer que seja, demonstrando por vezes total incapacidade emocional de discutir um tema usando argumentos válidos, que não sejam desqualificar o antagonista ou partir para ataques deselegantes, terminologia chula ou simplesmente ignorando os argumentos da parte adversária.
Vocês vão dizer: ah, mas o que você queria? Blogueiros são sempre inflamados, exaltados, sempre acham que têm razão. E eu vou responder: eles podem ser inflamados, apaixonados, até mesmo exaltados – mas têm a obrigação, o dever, de ser educados e ter um mínimo de coerência. Ou então ajam como integrantes de gangues, mas não peçam respeito de quem os lê, ou da sociedade de forma geral.
Nós temos na blogosfera aqueles conhecidos e rematados mal-educados, rasos, prepotentes, que se acham no direito de achincalhar quem bem lhes aprouver, verdadeiros cyberbullies – deles mantenho distância porque acredito piamente naquele ditado “dize-me com quem andas e direi quem és”; mas não é dessas figurinhas carimbadas que quero falar (até porque ninguém lhes dá ouvidos a não ser meia dúzia de adolescentes em fase de auto-afirmação – meninos e meninas included).
Faço aqui uma crítica àqueles pretensos integrantes de uma elite intelectual, ungidos de uma preocupação com a política e as grandes causas sociais (de ambos os lados daquela terminologia antiga de “esquerda” e “direita”, bien compris - todos agraciados com tais espécimes), que, a despeito de teoricamente estar embuídos de sentimentos nobres, amor à argumentação, bla bla bla, perdem as estribeiras quando colocados em alguma sinuca de bico (alguns são tão primários, tão limitados em suas articulações que sequer precisam ser sinucados – já saem na voadora batendo primeiro e perguntando depois).
Vivo ouvindo no Twitter, aqui e ali, reclamações contra o nível da programação de TV, com a orkutização do Twitter, um sem número de baboseiras e me pergunto: qual é a legitimidade de alguém que não sabe se comportar socialmente, que não tem condições de defender com elegância e determinação seus pontos de vista arvorar-se em elite intelectual criticando aqueles que vêm TV aberta, gostam de pagode e outros quetais?
Como disse, isso já havia ocorrido por ocasião da greve da USP mas ficou mais evidente agora: pessoas perdendo as estribeiras no Twitter; meninas desclassificadas quebrando a confiança de um grupo bacana por um punhado de atenção, como aconteceu no Luluzinhacamp ; comentários a posts sem dar o link às interessadas; pessoas aparentemente com algum problema de personalidade, visto achar muito razoável ofender autores de posts com termos inadmissíveis e em outro post posar de blogueiro íntegro ofendido com aqueles que não sabem argumentar com urbanidade; pessoas afirmando que se a melhor das campanhas vier de um desafeto delas, elas serão contra… Epa, será que é por isso que aqui no Brasil os políticos solapam projetos de políticos de outros partidos, ainda que eles sejam bons? Acho que é um assunto pra se pensar né? Será que não temos mesmo nada a ver com o Congresso que elegemos, como adoramos afirmar? Será que o comportamento dos nossos políticos não é igualzinho ao da soidissant blogosfera, com consequências maiores?
Parem pra pensar: aquele que destrata uma pessoa da qual discorda um belo dia fará o mesmo com vocês, é só uma questão de tempo, ou de haver discordâncias; ao elogiar seu ponto de vista (idêntico ao dele) ele não está fazendo um elogio a você, o elogiado (digamos assim), mas se auto-incensando. Quem não respeita o antagonista simplesmente não respeita ninguém que dele discorde. Sob minha ótica, devemos pensar duas vezes antes de nos congratular com o elogio daqueles que não se pautam pelo respeito ao interlocutor – mas obviamente, todo mundo tem o direito de divergir da minha opinião.
A ideia aqui não é falar mal, ou me arvorar em Catão da República; não sou perfeita, sou nova na blogosfera e tenho consciência que erro muito; entretanto, acho que não custa pensarmos em nosso papel frente à sociedade: pensar se queremos destruir ou construir.
O mundo só evolui com discussões produtivas, com críticas maduras e com debatedores suficientemente seguros para, eventualmente, admitir que o outro pode ter um ponto interessante. Numa discussão, não vence aquele que teoricamente sobrepuja o outro, mas sim aqueles que conseguem, com sua ânsia de conhecimento, se despir de suas ideias iniciais, admitir que o outro pode ter um ponto e a partir daí construir um novo caminho, uma nova postura, uma nova teoria. Discussões feitas dessa forma são ganhas por todos; a isso chama-se debater com grandeur, com sabedoria. O resto é briga de várzea. Só sabe muito aquele que desconfia não saber tudo. Que tal sermos um pouquinho mais humildes e inteligentes? Que tal pararmos pra pensar que talvez não sejamos donos da verdade?
Só os tolos não mudam de opinião, só os arrogantes, que querem vencer discussões pelo bem da auto-afirmação e não em prol da evolução do conhecimento. Para mim, líderes e formadores de opinião (sim, acho que há muitos com esse perfil na blogosfera) têm que ter bom senso e auto-confiança não só para ouvir os dois lados de forma aberta, como também reconhecer erros e furos na sua argumentação. Só têm a pretensão de ter a verdade absoluta os fanáticos obnubilados (que nos mais das vezes, têm medo de demonstrar sua falibilidade).
Para terminar com um pouco de poesia: acredito que devíamos ver o debate adulto como um ballet visando uma simbiose entre os teoricamente antagonistas. Quando pedi ajuda ao @oatila para construir a metáfora acim, ele contou que no parque de Yellowstone há uma planta que só consegue lá sobreviver se for contaminada por um fungo; sozinhos, não sobrevivem. Acho que deveríamos parar pra pensar nisso antes de atacar de forma tola qualquer argumento contrário ao nosso – afinal, nunca sabemos onde está o fungo que nos contaminará para permitir nossa sobrevivência. Que tal hein?
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P.S. Ah sim! Antes que me esqueça: na minha casa (e por extensão, no meu blog) só recebo pessoas dignas desse nome, pessoas que se comportem com urbanidade, civilidade e educação. Eu me recuso a falar com grosseirões; por isso, apesar de saber muitíssimo bem como responder na mais chula e rameira das linguagens, limitar-me-ei a deletar comentários acintosos. Simples como isso.
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ATUALIZAÇÃO:
Apesar de ter tentado manter a calma e a mão leve nesse post, tenho que reconhecer que a pessoa que tratei com mais, digamos assim, desequilíbrio, tenha sido o @vinnycordeiro. Mas taí, foi o que eu disse no post: quando a pessoa é bacana, quando a pessoa é inteligente, reconhece que errou e pronto. Não é feio, pelo contrário, mostra equilíbrio e sabedoria. O @vinnycordeiro fez este post aqui dizendo que apesar de não concordar com o post da @anarina, ele errou na forma de tratamento. Eu fiquei super contente. E tenho certeza que o fato dele ter refletido quanto a isso vai fazer com que ele não seja mais tão impulsivo nas outras vezes. Obrigada viu? E de minha parte, também devo desculpas, pois você foi a pessoa contra a qual me insurgi com mais virulência. Espero que entenda.
Beijos!















Ah, se todo mundo fosse educado segundo o método Ladyrasta de educar pessoas…
(Eu ando com tanta preguiça dessas “internétis” ultimamente, menina, nem te falo.)
Já falei que sou sua fã?
Eu sou. =)
Bom, como eu estou sendo citada no post, deixa eu esclarecer a parte que me toca.
1 – O post “feminismo I choose my choice” já estava sendo rascunhado ANTES do bafafá do lingerie day. Porque foi uma bola levantada num post anterior meu, sobre Juliana Paes e Marcelo Tas. Bola que eu levantei e deixei para aprofundar depois.
No post sobre a Paes, repare que há um páragrafo em que discuto brevemente a distinção entre poder feminino (objetificação) x poder feminista — e digo que essa distinção é importante no combate ao “I choose my choice”. Mas não explico o que é essa frase.
Isso é pq eu planejava que essa questão entrasse como parêntese no post sobre a Paes. Mas, como eu tinha muita coisa pra falar, preferi desenvolver isso num post separado. Ou seja: acontecesse ou não o lingerie day, este post existiria. Porque não é uma discussão nova.
2 – Mas aí aconteceu o tal do lingerie day — e isso sem dúvida era um gancho enorme para o post que já estava sendo escrito. Afinal, mais uma vez, a discussão do “I choose my choice” se colocava na ordem do dia. Então, eu aproveitei e incluí isso. Citei como o “I choose my choice” estava sendo usado como argumento na discussão sobre o lingerie day.
Mas aquele NÃO É um post sobre o lingerie day. É um post sobre a linha de argumentação “I choose my choice”. É também sobre o lingerie day, mas não SÓ sobre ele.
Se o assunto lingerie day ficou latente nos comentários, é porque era a ordem do dia. Era o que todo mundo estava discutindo naquele momento. Só isso.
3 – Resolvi não citar diretamente os posts da Lu e da Aline (a quem eu já citei, linkei e elogiei várias vezes — e muito provavelmente vou continuar fazendo, independente deste ou de qualquer episódio) justamente para não dar a impressão de que aquele era um post APENAS sobre o lingerie day. Para não dar a impressão de “post-resposta”, de “disque-disque”, de picuinha.
…Até porque eu não fiz parte da discussão no twitter. Não tenho twitter. Fui apenas uma espectadora. E os trechos sobre o lingerie day que existem no post são justamente isso: as reflexões de uma espectadora*.
Só que aí o tiro acabou saindo pela culatra: a ausência dos links pode dar justamente a impressão que eu NÃO queria — a de que é uma picuinha. My bad, então. Mas aí, vc concorda que eu fico numa sinuca de bico? Se coloco os links, parece picuinha. Se não coloco, também. Então só o que eu posso fazer é reiterar que não, não é nada disso, só queria botar meu ponto de vista na mesa, mais nada.
De todo modo, todo mundo sabia onde encontrar os pontos de vista dissonantes. Não acho que a ausência de links no meu post tenha impedido ou desviado alguém dos textos nos quais Lu e Aline exibem seus pontos de vista.
*justamente por ter chegado tarde, quando os ânimos já estavam acirrados, eu acho que perdi o timing de comentar nos posts delas. Quando eu vi, a coisa já estava num clima em que qualquer coisa que eu dissesse seria mexer num vespeiro. Então, segui a máxima do Alex, do LLL: “quando vc discorda de algo, não fique batendo boca em comentários. Seja classudo e escreva um post”. Foi isso que eu fiz.
Enfim. Era só pra esclarecer mesmo. Abraço.
Ah, sim. De resto, concordo em gênero, número e grau com o teu post.
Faço minhas as palavras tanto da Carla quanto da Gabi. Agredir para ganhar discussão nunca levou a nada. Muito menos a uma nova maneira de pensar, que, a meu ver, deveria ser o resultado ideal de toda discussão.
Marjorie em primeiro lugar, obrigada por ter vindo até aqui – entendo perfeitamente a sinuca de bico que vc expôs, e na verdade, pelo que eu ouço de você imaginava mesmo que devia haver algum mal entendido, por isso fiz o link. Fico contente que você tenha entendido o motivo pelo qual a linkei. Por um acaso o post anterior ao qual vc se refere havia sido compartilhado no meu GReader, então me lembro perfeitamente dele e é verdade, vc havia pincelado levemente mesmo. Os ânimos estão mesmo muito acirrados, e vendo por este lado, pelas proporções que a coisa tomou, talvez tenha sido melhor não comentar nos posts mesmo. Claro que com isto elas podem ter se sentido mal, mas imagino que agora as coisas estejam esclarecidas.
De minha parte, escrevi o post justamente por isso: acho que divergências existem, debates às vezes esquentam mais do que deveriam, mas tudo pode desde que o outro seja respeitado e que saibamos sobretudo reconhecer as qualidades dos antagonistas. A mim doeu ver tanta gente inteligente em campos opostos, com ânimos por demais acirrados, quando todos poderiam tirar proveito de uma discussão dessas de forma construtiva, produtiva. Fico muito muito contente em ver que que isso é possível
Beijo grande e mais uma vez obrigada por ter vindo aqui falar comigo.
Marcie pois é…mas acho que aos poucos chegamos lá…
beijos!
Confesso que não gostei muito do termo blogueiros, generalizando as pessoas da internet. Sei que esse não é o objetivo do seu post, este é só um comentário.
Mas lendo o seu texto, o que me faz pensar é que a internet é um reflexo muito claro do que há na sociedade, mas não vemos exposto, pois não seria bonito. Mesmo eu colocando meu nick na internet, há um anonimato por trás disso, sei quem faz os comentários ofensivos, mas é lógico que ele não faz isso na cara. Acredito que toda essa violência e intransigência seja resultado da falta de respeito que anda imperando na sociedade. A questão de se juntar em bandos também é reflexo disso. Ninguém tem coragem de ir achincalhar o outro sozinho.
Eu mesma, tomei uma decisão recentemente e decidi parar de seguir uma pessoa que para mim claramente desrespeitou uma mulher, só eu tive essa atitude e me sinto muito sozinha em minha decisão, mesmo sabendo que agi seguindo meus princípios é estranho não apoiar uma decisão de vários. Talvez se as pessoas que conheço e souberam do caso tivessem me acompanhado eu estaria mais tranquila em relação a minha decisão. É isso que dá força a esses integrantes de gangues virtuais, fora que eles adoram se juntar a seus ídolos ideologistas, pois estes geralmente são famosos na internet.
A questão também é que eu acho que as pessoas, donas dos blogs ou espaços na internet não deveriam dar voz, nem visibilidade para comentários ofensivos. Se a pessoa quer vir comentar, discordar, dizer algo sobre o texto, ok. Mas se veio para xingar de forma baixa me recuso a deixar aquele comentário ali. Acho que temos que apagar mesmo, não dar voz a esse tipo de pessoa. E até mesmo publicar nos comentários assim: “O comentário de fulano de tal foi deletado por não respeitar as regras básicas da convivência social ou por apresentar xingamentos, etc.”
Ao dar espaço para esse tipo de pessoa, damos mais carga para o bando.
SrtaBia Usei o termo “blogueiros” porque na verdade, todas as pessoas que eu reputo inteligentes, esclarecidas e que estavam por demais exaltadas tanto na ocasião da greve da USP quanto agora possuem blogs (isso nos 2 lados do, digamos assim, “campo de batalha”. E o que me chocou também foi isso: antigamente as pessoas tinham vergonha de ser grosseiras, se escondiam atrás do anonimato – o que vimos nesses 2 episódios ultrapassou isso! As pessoas estão insultando umas às outras como se isso fosse socialmente aceitável – e não, não é (ao menos não no mundo em que eu vivo).
E fiquei chateada de ver que muitas daquelas pessoas que estavam perdendo as estribeiras são pessoas que acrescentam. Tá faltando serenidade e um pouco de consciência para que seja possível evoluir – ao menos é o que penso.
Quanto a tomar decisões isoladas: acho que o fundamental é agir de acordo com nossos princípios, não importa quem nos siga ou não. Andar em bandos é mais fácil, mas nos tira a personalidade se para isso tivermos que abdicar das nossas convicções.
Neste caso do lingerieday por exemplo, eu estou entre a cruz e a caldeirinha: tenho amigos em ambos os lados da contenda, e na verdade não me alinho com nenhum dos dois extremos. Acho que é machismo, claro, mas acho que as mulheres podem escolher desde que arquem com as consequências de seus atos (como disse no luluzinha). Ou seja, não me insiro em nenhum dos dois “times” dessa história, e apesar de não ser fácil ter essa posição, ela é a minha, é assim que eu sou, e não saberia viver diferente. Quanto a se sentir sozinha…eu prefiro ficar sozinha mantendo minhas convicções, do que ficar na turba por instinto de rebanho.
Quanto aos comentários grosseiros, não admito isso ao vivo e não admito isso no blog. Agora, se tem gente que recebe escória na casa deles, o problema já não é meu…
beijos
My bad – sobre a polêmica do #ligerieday « Blog do Vinny // jul 28, 2009 at 4:31 PM
[...] tenho recebido um monte de visitas vindas deste post da @ladyrasta, no qual ela linka um comentário meu a um 3º blog, acusando o comportamento de [...]
Lady, obrigado pelas palavras de carinho dispensadas a Trollagens LTDA.
Quanto ao vinnycordeiro, é um traidor do movimento. Nada mais.
Bjs
Vinicius K-Max Como eu disse, eu nem sei o que é Trollagens Limitada. Mas se vc está agradecendo, é pelo fato de ter agradado certo?
Eu acho que o @vinnycordeiro sabe das coisas, isso sim
beijosss!!!
Eu, na condição de causador do “barulho” por aqui, só posso dizer que estou realmente agradecido pela compreensão. Como falei contigo no Twitter, na afobação daquele momento acabei falando/escrevendo o que não devia.
E ao meu xará, digo que eu nunca participei do movimento, por um motivo simples: eu não sou um troll muito bom; os srs. @gravz, @morroida e @izzynobre, na condições de sócios-fundadores do TROLLAGENS LTDA., são muito melhores do que eu neste aspecto, então não preciso me preocupar tanto.
Aliás, se vocês repararem, foram estes 3 que “criaram” o #lingerieday. Por que será que eu não me espanto com isso?
Ahazô
Vinny Tá tudo certo!! O importante é que as coisas foram esclarecidas né? O bom da gente falar o que pensa é que dá chance aos outros de também falar o que pensam…
Quanto ao #lingerieday…não imaginava que iriam aparecer tantos moços de underwear, sabia? Tô achando engraçado!
Beijos!
Diego Merci chéri!!!
Beijos!
Casas & Blogs « Coisas de Lulú // jul 29, 2009 at 6:55 PM
[...] blogueiros até em manifestos em blogs de moradores mais antigos da blogolândia, como n0 post “Blogueiros ou Gangues?” do blog From Lady [...]
Achados na Web 61 | Ladybug Brasil // ago 3, 2009 at 8:52 PM
[...] # Blogueiros ou gangues? [...]
Sensacional, seu resumo da história. Como é bom encontrar alguém com tanto bom senso, vendo a coisa de cima, lembrando de humildade, de EDUCAÇÃO. Alma nobre, a sua.
Ronaud nossa, obrigada!! Alma nobre? Não sei se é isso – acho que é amor ao debate e uma curiosidade pela visão do outro indômitas mesmo…
beijos, volte sempre!
Semana Aleitamento Materno – Amamentando na UTI | From Lady Rasta // ago 7, 2009 at 4:07 PM
[...] Voltando à minha experiência quanto à amamentação, queria aproveitar esse post para falar sobre alguns mitos que são absolutamente infundados, no mais das vezes perpetuados pelos fanáticos de plantão – e vocês sabem o quanto eu não suporto fanatismo, como é perceptível neste texto, naquele, e ainda nesse aqui: [...]