<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Internet e o Direito: A internet está ficando &#8220;de maior&#8221; &#8211; e agora?</title>
	<atom:link href="http://ladyrasta.com.br/2009/09/30/internet-e-o-direito-a-internet-esta-ficando-de-maior-e-agora/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://ladyrasta.com.br/2009/09/30/internet-e-o-direito-a-internet-esta-ficando-de-maior-e-agora/</link>
	<description>whatever pops in my mind</description>
	<lastBuildDate>Sun, 14 Mar 2010 00:05:50 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" />
	<item>
		<title>Por: Do uso imoderado da palavra &#8220;censura&#8221; &#124; From Lady Rasta</title>
		<link>http://ladyrasta.com.br/2009/09/30/internet-e-o-direito-a-internet-esta-ficando-de-maior-e-agora/comment-page-1/#comment-7398</link>
		<dc:creator>Do uso imoderado da palavra &#8220;censura&#8221; &#124; From Lady Rasta</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 12:15:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ladyrasta.com.br/?p=3717#comment-7398</guid>
		<description>[...] bem, com um acordo entre as partes (que propiciou a volta do post ao ar) : a internet virou mainstream, e isso (como aliás, tudo na vida) tem seu lado bom e o seu lado ruim. O lado bom, evidentemente, [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] bem, com um acordo entre as partes (que propiciou a volta do post ao ar) : a internet virou mainstream, e isso (como aliás, tudo na vida) tem seu lado bom e o seu lado ruim. O lado bom, evidentemente, [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ladyrasta</title>
		<link>http://ladyrasta.com.br/2009/09/30/internet-e-o-direito-a-internet-esta-ficando-de-maior-e-agora/comment-page-1/#comment-6174</link>
		<dc:creator>Ladyrasta</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 02:03:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ladyrasta.com.br/?p=3717#comment-6174</guid>
		<description>&lt;b&gt; Alexandre&lt;/b&gt; concordo com vc integralmente - e adorei o comentário, praticamente complementou o post!
Obrigada!
beijos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b> Alexandre</b> concordo com vc integralmente &#8211; e adorei o comentário, praticamente complementou o post!<br />
Obrigada!<br />
beijos!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Alexandre Giesbrecht</title>
		<link>http://ladyrasta.com.br/2009/09/30/internet-e-o-direito-a-internet-esta-ficando-de-maior-e-agora/comment-page-1/#comment-6157</link>
		<dc:creator>Alexandre Giesbrecht</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 18:06:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ladyrasta.com.br/?p=3717#comment-6157</guid>
		<description>Eu até entendo a posição do bar. O problema nem é, na minha opinião, a resenha, digamos, pouco favorável. É que o negócio descambou depois que apareceram comentários supostamente do dono ou gerente do estabelecimento. Apesar de uma busca no Google pelo nome completo do tal Jonas não retornar nada além de posts de blogs sobre o caso, todo mundo — eu incluído, vale ressaltar — assumiu que o sujeito era, sim, quem dizia ser. E parece que não é o caso. O post no blog não se tornou viral por causa do texto do autor, mas, sim, por causa da resposta dos supostos donos.

Longe de mim insinuar que tenham sido os blogueiros que o fizeram, até porque eles não poderiam imaginar o impacto que a &quot;resposta&quot; teria e a reação deles foi e tem sido de surpresa diante de toda a situação, desde o início. Aliás, quem quer que tenha impersonado os representantes do bar não poderia imaginar a proporção que a coisa tomaria tão rápido. Basta ver que o primeiro comentário apareceu quase dois dias depois de a resenha ir ao ar, e a partir daí é que a página de comentários virou quase um chat.

Olhando com atenção para os comentários, bem depois de a confusão começar (algumas horas, mas que, no caso, foi tempo o bastante para a dissensão ser fomentada e fermentada) apareceu alguém que, pela identificação que forneceu, com nome e contatos, parecia ter alguma associação com o bar, no caso uma assessoria de imprensa. Com a avalanche de comentários, passou despercebida. Quase todo mundo que chegava lia a postagem original, os primeiros comentários (os que deram origem à confusão) e passavam os olhos pelo resto, se tanto. Ou seja, àquela altura qualquer pedido de desculpas passaria igualmente despercebido. Com mais de 200 comentários àquela altura, é difícil culpar alguém por não os ler todos.

Mas algumas pessoas liam, e morri de rir ao ver que alguns comentários claramente provocativos e irônicos chegaram a ser tratados como possivelmente verdadeiros pelos veículos de comunicação que deram algum espaço ao caso, como a &lt;i&gt;Época&lt;/i&gt;, que &lt;a href=&quot;http://revistaepocasp.globo.com/Revista/Epoca/SP/0,,EMI95200-17281,00-BRIGA+VIRTUAL+DE+BAR+PODE+PARAR+NA+JUSTICA.html&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;escreveu&lt;/a&gt;: &quot;O comentário de um suposto fornecedor também foi publicado. Nele, o interlocutor cancelava publicamente os contratos que mantinha com o estabelecimento.&quot; Não era preciso ter sinapses operando sem obstruções para perceber que aquele comentário foi jocoso, tal qual o que dizia que o boteco seria &quot;expulso do Sistema Solar&quot;, assinado por &quot;Júpiter, o síndico do sistema planetário&quot;.

Não duvido que o maior motivo para levar o bar a solicitar a retirada da postagem sejam justamente os comentários, quase todos baseados em uma suposição não-confirmada — de que o(s) dono(s) do estabelecimento teria(m) ameaçado os blogueiros. O problema é que já chegaram chutando o pau da barraca, com a tal ação, o que gerou dois problemas. O primeiro, menor, foi basicamente não resolver o problema, já que a confusão já estava divulgada em tudo quanto é lugar. O segundo, e aí é que reside a grande questão, foi praticamente validar tudo o que os comentaristas já estavam pensando a respeito do bar. Afinal, quem já chega com ação de &quot;censura&quot; (atenção às aspas!) só pode ser o mesmo que ameaçou, ao menos na interpretação de quem não deu muito mais atenção ao caso. Era a prova de que muitos precisavam.

A solução deveria ter sido muito mais simples. Os donos do bar deveriam ter entrado em contato com os blogueiros, sem advogados no meio, para explicar que não foram eles que fizeram as tais ameaças (ao menos é isso que eu espero). De repente, chamá-los para tomar um chope de graça lá e explicar a situação diante dos próprios graçons, que, mesmo que sejam terríveis como se tem divulgado, estariam obviamente preparados para ter o triplo de atenção com a mesa dos blogueiros — se não estivessem avisados, o simples fato de os donos estarem ocupando já serviria para ativar a tecla noção/sem noção. Com uma conversa franca e amistosa, poderiam deixar clara sua posição e ainda solicitar que os comentários mais agressivos fossem retirados, e quem sabe até receber uma &quot;resenha de esclarecimento&quot;, que soaria educada e traria uma atenção positiva à marca do bar.

Mas fizeram tudo errado, deram uma lição de marketing às avessas que só é pior se realmente tiver sido alguém do bar a proferir as ameaças iniciais. Não faço ideia de como andou o movimento do boteco e suas filiais na última semana, mas não descarto que tenha caído, e talvez caído bastante. O dano à imagem foi grande, apesar de o caso (ainda) não ter chegado à grande mídia impressa, já que o público-alvo e os clientes em potencial do bar são justamente quem mais tem acompanhado a pendenga.

Ainda dá tempo de o bar tentar uma solução amistosa. Sair por cima não vai nunca, ainda mais depois de divulgado o vídeo da agressão do gerente da casa, por sinal publicado no YouTube um mês antes da polêmica resenha. Mas sair com a imagem só um pouco arranhada ainda é possível. Basta boa vontade. E bom senso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu até entendo a posição do bar. O problema nem é, na minha opinião, a resenha, digamos, pouco favorável. É que o negócio descambou depois que apareceram comentários supostamente do dono ou gerente do estabelecimento. Apesar de uma busca no Google pelo nome completo do tal Jonas não retornar nada além de posts de blogs sobre o caso, todo mundo — eu incluído, vale ressaltar — assumiu que o sujeito era, sim, quem dizia ser. E parece que não é o caso. O post no blog não se tornou viral por causa do texto do autor, mas, sim, por causa da resposta dos supostos donos.</p>
<p>Longe de mim insinuar que tenham sido os blogueiros que o fizeram, até porque eles não poderiam imaginar o impacto que a &#8220;resposta&#8221; teria e a reação deles foi e tem sido de surpresa diante de toda a situação, desde o início. Aliás, quem quer que tenha impersonado os representantes do bar não poderia imaginar a proporção que a coisa tomaria tão rápido. Basta ver que o primeiro comentário apareceu quase dois dias depois de a resenha ir ao ar, e a partir daí é que a página de comentários virou quase um chat.</p>
<p>Olhando com atenção para os comentários, bem depois de a confusão começar (algumas horas, mas que, no caso, foi tempo o bastante para a dissensão ser fomentada e fermentada) apareceu alguém que, pela identificação que forneceu, com nome e contatos, parecia ter alguma associação com o bar, no caso uma assessoria de imprensa. Com a avalanche de comentários, passou despercebida. Quase todo mundo que chegava lia a postagem original, os primeiros comentários (os que deram origem à confusão) e passavam os olhos pelo resto, se tanto. Ou seja, àquela altura qualquer pedido de desculpas passaria igualmente despercebido. Com mais de 200 comentários àquela altura, é difícil culpar alguém por não os ler todos.</p>
<p>Mas algumas pessoas liam, e morri de rir ao ver que alguns comentários claramente provocativos e irônicos chegaram a ser tratados como possivelmente verdadeiros pelos veículos de comunicação que deram algum espaço ao caso, como a <i>Época</i>, que <a href="http://revistaepocasp.globo.com/Revista/Epoca/SP/0,,EMI95200-17281,00-BRIGA+VIRTUAL+DE+BAR+PODE+PARAR+NA+JUSTICA.html" rel="nofollow">escreveu</a>: &#8220;O comentário de um suposto fornecedor também foi publicado. Nele, o interlocutor cancelava publicamente os contratos que mantinha com o estabelecimento.&#8221; Não era preciso ter sinapses operando sem obstruções para perceber que aquele comentário foi jocoso, tal qual o que dizia que o boteco seria &#8220;expulso do Sistema Solar&#8221;, assinado por &#8220;Júpiter, o síndico do sistema planetário&#8221;.</p>
<p>Não duvido que o maior motivo para levar o bar a solicitar a retirada da postagem sejam justamente os comentários, quase todos baseados em uma suposição não-confirmada — de que o(s) dono(s) do estabelecimento teria(m) ameaçado os blogueiros. O problema é que já chegaram chutando o pau da barraca, com a tal ação, o que gerou dois problemas. O primeiro, menor, foi basicamente não resolver o problema, já que a confusão já estava divulgada em tudo quanto é lugar. O segundo, e aí é que reside a grande questão, foi praticamente validar tudo o que os comentaristas já estavam pensando a respeito do bar. Afinal, quem já chega com ação de &#8220;censura&#8221; (atenção às aspas!) só pode ser o mesmo que ameaçou, ao menos na interpretação de quem não deu muito mais atenção ao caso. Era a prova de que muitos precisavam.</p>
<p>A solução deveria ter sido muito mais simples. Os donos do bar deveriam ter entrado em contato com os blogueiros, sem advogados no meio, para explicar que não foram eles que fizeram as tais ameaças (ao menos é isso que eu espero). De repente, chamá-los para tomar um chope de graça lá e explicar a situação diante dos próprios graçons, que, mesmo que sejam terríveis como se tem divulgado, estariam obviamente preparados para ter o triplo de atenção com a mesa dos blogueiros — se não estivessem avisados, o simples fato de os donos estarem ocupando já serviria para ativar a tecla noção/sem noção. Com uma conversa franca e amistosa, poderiam deixar clara sua posição e ainda solicitar que os comentários mais agressivos fossem retirados, e quem sabe até receber uma &#8220;resenha de esclarecimento&#8221;, que soaria educada e traria uma atenção positiva à marca do bar.</p>
<p>Mas fizeram tudo errado, deram uma lição de marketing às avessas que só é pior se realmente tiver sido alguém do bar a proferir as ameaças iniciais. Não faço ideia de como andou o movimento do boteco e suas filiais na última semana, mas não descarto que tenha caído, e talvez caído bastante. O dano à imagem foi grande, apesar de o caso (ainda) não ter chegado à grande mídia impressa, já que o público-alvo e os clientes em potencial do bar são justamente quem mais tem acompanhado a pendenga.</p>
<p>Ainda dá tempo de o bar tentar uma solução amistosa. Sair por cima não vai nunca, ainda mais depois de divulgado o vídeo da agressão do gerente da casa, por sinal publicado no YouTube um mês antes da polêmica resenha. Mas sair com a imagem só um pouco arranhada ainda é possível. Basta boa vontade. E bom senso.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
