Conhecendo Salvador em 72h sem stress

A @syferrari na última hora decidiu me fazer companhia no Reveillon; só que ela chegou na madrugada do dia 30 pro dia 31 e voltou na madrugada do dia 02 pra 3. Praticamente 72 h na cidade. Não vou dizer que ela conhece a cidade como a palma da mão dela, mas acho que ela saiu de lá com um boa noção dela, sem muita correria, e acho que o nosso roteiro é um excelente guideline para a estréia de alguém  em Salvador.

Querem ver?

1º dia

Acordamos dia 31, e queríamos ir para algum bar na noite, então fomos até a Barra pela orla  para comprar convites – e ela já ficou conhecendo esse pedaço. De lá fomos pra praia, e como íamos “por dentro”, ela já conheceu o Dique do Tororó (sim, o da música) com as imagens dos orixás, que eu julgo um “lerê” bacana da cidade, e que não precisa mais do que uma olhada do carro.

Os orixás são presença constante em Salvador

Fomos pra praia de Aleluia (passando Itapoã, onde ficam as praias e barracas bacanas da cidade). A barraca do Loro estava entupida, idem a Margarita (até porque a ideia é essa, tendo em vista serem pontos de paquera) e acabamos indo parar numa barraca menos badalada, passando o Baionês, mas com sossego na praia, e mais espaço. Recomendo.

atualização (em 24.01.11) : todas as barracas da orla de Salvador foram destruídas por ordem judicial. Parece que vão uniformizá-las, mas enquanto isso não espere um super atendimento nas praias. Há apenas barraquinhas servindo caipirinhas, água de coco e cerveja – mas mesmo assim vale a pena. Com a falta de barracas, na minha última ida à Salvador preferi frequentar a praia do Buracão, no Rio Vermelho, pela proximidade. Adorei.

Voltamos e comemos o acarajé de uma das 3 baianas mais famosas da cidade, o de Cira – as outras duas, também com barraca no Rio Vermelho, são Dinha e Regina.

Descansamos e a noite fomos ver os fogos no Farol da Barra, que estavam maravilhosos, realmente impressionantes – mais do que os da Av. Paulista, que já tive oportunidade de ver. Com as pessoas de branco na praia me senti meio numa mini-copacabaninha sabem?

<abre parênteses> quem vai a Salvador sem ter um Reveillon no meio pode muito bem ir jantar num dos restaurantes bacanas da Marina – eu não recomendo comida régiónal porque acho pesado comer isso a noite   – recomendo o Soho Marina, pelo visual. Vc também pode passear pelos bares do Rio Vermelho </fecha parênteses>

2º dia:

No dia seguinte, era uma 6ª feira, dia de ir ao Bonfim. Como ainda por cima era 1º de ano, lá fomos nós pra missa das 6 da manhã – os detalhes (e os motivos de se ir ao Bonfim às 6as feiras) vocês podem conferir aqui.

Do Bonfim nós fizemos uma vírgula para a ponta de Itapagipe, onde tem o Monte Serrat, que tem uma vista linda. Voltando, dá pra passar no Mercado Modelo, que é no caminho de volta de qualquer hotel.Já compre os berimbaus e lembrancinhas que precisar (eu prefiro o andar de cima) – mas não perca mais do que uma hora lá, afinal, você tem uma cidade a sua espera…

aproveite e compre todos os berimbaus que precisar

Ah, já ia esquecendo: na volta, caso esteja de taxi, peça para o motorista ir pela orla para vc ter uma ideia da cidade e ter uma noção espacial dela. Voltando da Cidade Baixa dá pra passar no Campo Grande, no Corredor da Vitória, na Ladeira da Barra, no Porto da Barra, no Farol da Barra.

Como era dia 1º de janeiro e íamos ver Daniela Mercury no Farol da Barra a noite, voltamos pro hotel, depois de passar pela casa de Yemanjá que fica também no Rio Vermelho; mas quem não tem compromissos pode muito bem escolher entre passear no Forte São Marcelo ou subir pro Pelourinho pelo Elevador Lacerda. Eu gosto de fazer as coisas mais lentas, então iria pro Forte São Marcelo, combinado com o Mercado Modelo e dava o dia de visitas por bom.

Se não der praia, você não quiser piscina e ainda estiver animado, vá almoçar no Paraíso Tropical que já aviso: é longe, não é fácil de chegar, mas vale a pena, acredite. Duvida? Confira aqui.

Sua noite vai depender do dia da semana específico: se for uma 3ª feira, vá ao Pelourinho lá pelas 6, pegue a missa na Igreja do Rosário dos Pretos – vale a pena pelo sincretismo religioso; na seqüência, veja o Olodum se apresentar (confira a programação do Pelourinho aqui).

Às 6as feiras (ao menos nesse verão 2010) no Centro Cultural Barroquinha (na Praça Castro Alves), uma igreja em ruínas restaurada transformada em Centro Culural onde Mariene de Castro comanda o projeto Santo de Casa (uma explicação detalhada você encontra aqui, e o @riqfreire contou nossa ida pra lá nesse post, que tem fotos lindas). Definitely worth going ;-)

Se for um domingo há o sarau de Carlinhos Brown perto do Porto, no Museu do Ritmo.

E moçada, conselho que todo viajante digno desse nome TEM QUE seguir: não deixe de ver a seção de eventos dos jornais da cidade visitada (A Tarde é o maior  em Salvador– com um caderno de eventos às 6as feiras) para ver “qual é a boa”do dia, porque sempre tem alguma coisa – no caso de Salvador, você pode até cair numa festa de largo perto de você…

3º dia

Acordamos com chuva forte. Ela melhorou depois das 10, mas o tempo estava fechado, então invertemos a ordem da programação que eu sugiro aqui. Aliás, em caso de chuva, faça o mesmo (e saia preparada pra ir direto pra praia se der vontade caso o tempo abra – quase todas as barracas têm banheiro pra você se trocar, não precisa andar de biquíni pela cidade).

Vá à praia (eu sugeri pra @syferrari a da Pedra do Sal, escondidinha entre Itapoã e Aleluia.

ah, o fim de tarde em Itapoã...

A Pedra do Sal é uma praia sem muito agito, mas extremamente charmosa). Almoce em uma das duas barracas de lá, a do Francês ou a Goa (conheci nessa viagem, e adorei).

O @riqfreire, darling querido e A pessoa que entende de viajar, adorou (e até exagerou um pouquinho, :lol: )

Depois, troque de roupa e vá conhecer o Pelourinho (caso não tenha ido mais cedo no dia anterior)

Gosto de recomendar a Igreja de São Francisco (aquela da música), a sede dos Filhos de Gandhi (afoxé tradicionalíssimo da cidade) e a loja de cachaças “O Cravinho”. Tem vários endereços aqui

Detalhe da Casa de Jorge Amado - todos os livros dele tem esse desenho (do Caryé)na 1a. página, para proteção, sabiam?

Mas se eu fosse você não ficaria só na parte mais turística do Pelourinho: atravesse a Baixa dos Sapateiros vá até o outro lado, pra Santo Antonio Além do Carmo – no caminho repare na escadaria da Igreja do Paço, que foi cenário de “O Pagador de Promessas”, filme de Glauber Rocha, e que serve de palco para as apresentações gratuitas de Gerônimo, todas as 3as feiras.

atualização (em 24.01.11) : falha lamentável desse post, eu não mencionei aqui a Terça da Benção do Pelourinho, que é um must go quando se está em Salvador (até pra entender aquele melange do sacro-profano e do sincrestismo que tão bem resume a Bahia); ainda bem que meu querido @riqfreire fez post detalhadíssimo, como só ele sabe fazer :-)

No “outro lado” você terá menos casas restauradas, mas eu acho mais autêntico.

Eu pessoalmente acho o máximo o boteco da Cruz do Paschoal (um pouco pra frente do chiquérrimo hotel do Convento do Carmo): mesas (de plástico, infelizmente) no meio da praça com aquela mélange de pessoas que eu adoro: moradores, turistas e por aí afora.

<abre parênteses> se eu tivesse que dar um conselho para alguém tentar entender Salvador, eu diria que o segredo é pensar em contraste, antítese, e ao mesmo tempo na simbiose desses conceitos. Não é licença poética da música; em Salvador o sacro e o profano convivem lado a lado, a festa religiosa ao lado da cachaça; catolicismo e candomblé que convivem através do sincretismo religioso; áreas pobres lado a lado com áreas ricas. A única hora (infelizmente) em que isso não existe é quando se freqüenta lugares mais caros e considerados mais “finos” da cidade – aí, é raríssimo você encontrar um negro na condição de cliente… </fecha parênteses>

é nos detalhes que a cidade se mostra; onde mais você veria uma loja assim?

Tem também um restaurante italiano simples com uma vista deslumbrante chamado Al Carmo – ainda que vc não queira comer, vale uma cerveja.

fala se não é uma delícia de pit stop?

Você decide como quer terminar sua última noite: pode ser mais um jantar regional (pode ser no Yemanjá – que apesar de ser meio turístico é frequentado por locais e tem uma moqueca correta) ou no Amado, que também tem uma vista linda. Nós tentamos ir no Soho Marina mas estava muito lotado – entramos no restaurante ao lado, no Lafayette e comemos muito bem (como eu sempre digo, se o intuito não é comido típica, a Marina é sempre um local para se comer bem).

Claro que faltaram muitas coisas para se ver – mas tenha certeza: você vai embora tendo uma bela noção da cidade (e se for que nem eu, querendo voltar). ?

****

Restaurantes, bares e afins dos quais eu gosto e que não mencionei no post:

Mistura: A Constance quando esteve lá disse que não comeu bem, e parece que o restaurante mudou de dono; mas sempre foi um restaurante super tradicional de peixes na cidade (eu fui algumas vezes e não tive problemas)

Rio Vermelho: O Rio Vermelho está cheio de botecos bonitinhos que valem a pena ser descobertos. Atenção pra programação do Café Teatro do Sesi do Rio Vermelho, que sempre tem alguma coisa interessante (e barata rolando). Outro lugar frequentado por quem entende de música com programação variada mas sempre interessante é a Casa da Mãe.

Preciso conhecer a Moqueca de Don’Ana, famosérrima. Fica em Brotas, que não é uma área turística. Está na minha to do list há séculos…

MAM – o Solar do Unhão é uma construção histórica debruçada na Bahia de Todos os Santos, e aos sábados, no fim de tarde, rola um jazz por lá.

Sorveterias

Eu adoro o sorvete de coco verde da Sorveteria da Barra que fica no Jd. Brasil, não muito longe do Farol da Barra; mas os baianos talvez prefiram sugerir a Cubana (no Pelourinho ou no elevador Lacerda – na Praça da Sé) ou a Sorveteria da Ribeira, que fica lá pros lados do Bonfim.

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P.S. Todas as fotos desse post são da @syferrari – e vale a pena ver seu álbum #SSAfeelings, onde ela associou cada foto a um trecho de música…

P.S. II – Eu adoro ler livros cuja cidade que eu visito serve de cenário para a trama; pra ler em Salvador, recomendo “A casa do Rio Vermelho” da Zélia Gattai,  e o engraçadíssimo “O Compadre de Ogun” de Jorge Amado (vale também Dona Flor e seus 2 maridos).

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21 comentários sobre “Conhecendo Salvador em 72h sem stress

  1. Moça…me emociono lendo os eu post sobre Salvador, que é minha cidade….vc me faz voltar a ver o lugar onde moro com olhos de novdade. E melhor, com olhos de alguém que nitidamente ama a Bahia… Mas o que mas gostei do post é que vc entendeu bem as indissiocrasias da cidade, as separações e o sincretismo… O sagrado e Profano unidos…

    Bem, parabéns pela sensibilidades e belas dicas para quem vem conhecer Salvador…

    Dica: Aconchego da Zuzu no Garcia…Zuzu, a dona é uma senhora de 102 anos…O abará é uma delícia…Domingo tem samba, uma delícia…

    Abçs, Pattricia

  2. Ótimo roteiro de viagem! Da próxima vez que for a Salvador, com certeza tentarei ir à missa na Igreja do Rosário dos Pretos. Da última vez que fui, queria ir lá, mas infelizmente não tive tempo.

  3. Mari obrigada!!! Eu adoro ler alguma coisa que se passa na cidade, é como se eu colocasse umas personagens na minha viagem… :-)

    Patricia fico muito muito feliz em receber um feedback desses!!! E é verdade, eu adoro isso aqui mesmo!!!

    Acabei de achar o tal Aconhego da Zuzu num post se der vou passar lá!!!!

    Gabriel

  4. Eu conheço Salvador e sou Portuguesa.
    E sobre a cultura Portuguesa que os nossos ancestrais aí deixaram? Era bom falarem também um pouco nisso. Afinal a cidade está cheia de cultura Portuguesa….

  5. Cidade maravilhosa cheia de encantos. Fico feliz e tenho a certeza que moro em uma cidade que é desejada por muitos, cheia de opções para turistas e moradores e com os problemas como todas as grandes cidades. Obrigado por escrever bem da minha terra e tenha certeza que Salvador oferece muitos mais.

  6. Gostei das dicas!Volto de uns dias de ferias em Boipeba, pensei em dar uma volta pelo pelourinho antes de ir para o aeroporto .Este restaurante italiano Al Carmo é la?é perto do convento do carmo? nao consegui achar a pg na inernet…

  7. Eu acho que nao tem que falar da cultura portuguesa, pois eles só acabaram tudo por aqui, tiraram nossa riqueza e exploraram nosso povo, detestamos os portugueses, portanto nada a ver falar da cultura portuguesa.

  8. Ola!!!
    Acabei de fazer uma pequena loucura e comprei uma passagem pra Salvador. Estarei lá dia 02 de fevereiro!! Digo loucura porque não estava dentro dos meus planos, mas sou daquelas que adora viagens inesperadas e essa é uma delas.
    Agora preciso de um hotel. Você, Consulesa da Bahia, me indica algum? :-)

  9. Ligia, depende do quanto vc quer gastar. Eu gosto de ficar no Mercure, que tem uma localização ótima, no Rio Vermelho. A opção barata do Mercure é o Ibis, colado nele.

    Dá uma olhada nos preços, ou volta aqui com umas opções e eu te falo qual é mais bacana e por que.

    Dia 2 de fevereiro é dia de Yemanja, se vc por acaso chega de manhã (e se não chegar eu recomendo que mude a passagem para tanto) vá para a festa de Yemanjá no Rio Vermelho, é uma das coisas mais lindas daquela terra.

    beijso

  10. Vou para salvador em 03/02 e preciso de uma dica: em que bairro me hospedar? Meu foco nao é praia mas sim a historia. O Pelourinho é seguro? tem o que fazer a noite?? Obrigada .

  11. Monica eu acho que o Pelourinho limita um pouco. Tem gente que fica por lá (e eu recomendaria ficar pros lados de Santo Antonio além do Carmo, ao invés de ficar no Pelourinho propriamente dito) mas eu acho que limita um pouco. Acho que a Barra ou o próprio Rio Vermelho (que é onde fico sempre) são mais versáteis – vc está perto de quase tudo. Não sei quanto vc quer gastar, mas como hoteis com preços moderados eu sugeriria o Ibis no Rio Vermelho ou o Santeria, que é um hostel com um bar com vista linda – conheci e recomendo. Na linha um pouco mais cara sugiro o Mercure. Depois venha me contar o que fez por lá, tá?
    Beijos

  12. Oi Flavia,
    Vou ficar no Rio Vermelho, como você recomendou. Andei lendo por aí que algumas pessoas fazem reservas em restaurantes para a festa de Yemanja, tipo essas feijoadas. Você acha uma boa?
    Aproveitando o post, quais restaurantes e bares você recomenda no Rio Vermelho? Já conheço Salvador, mas nunca fiquei nesse bairro.
    Obrigada pelas dicas!

  13. Ligia pode ser divertido sim. Mas o mais bacana da festa é acordar cedo, entrar na fila e botar flor pra Yemanjá al lado da casa dela, ali no Rio Vermelho. É muito bonito mesmo. Mas chegue cedo, umas 8, 9 da manhã.
    Eu não fico muito no Rio Vermelho, eu uso o Rio Vermelho pra poder circular na cidade. Mas na rua do Ibis, Mercure e Pestana tem vários, inclusive um vegetariano muito falado. E se vc não foi ainda ao Paraíso Tropical no Cabula, eu recomendo, é algo sensacional.

  14. Olá… sou argentina… e fiquei muito contente com esse blog aqui…
    Achei por ter mencionado nele o Aconchego da Zuzu…
    sou pesquisadora da cultura bahian… especialmente literatura… (sou formada em letras) e fiz mais de uma dúzia de viagens pra Bahia.
    só umas coisinhas…

    o Pagador de promessas nao é do Glauber… mesme que seja do cinema novo… locadora na bahia… largo 2 de julho 3321 Mouraria 3011- 9346.
    É bom alujgar… Eu fui pela primeira vez na Bahia por causa disso, de Capìtaes d’areia e do Caetano… (nao tô achando o til nesse computador)…
    Boas dicas nesse site… ! adorei…
    olha que eu tô sempre a passeio e pesquisa… com muito pessoal da Argentina… (nao sou guia… mas adoro isso)
    Recomendo. (idem) varanda do sesi, aconchego da zuzu, festas de largo… rio vermelho dia 2/2, bonfim, lapinha, sao lázaro, domingo (fresco, acredite… na tarde quente de salvador) … pelourinho… bom pra passeio… nao tem ninguém…
    traga o crachà de estudante… pegue meia no SAC shopping barra pra todos os shows do TCA (Teatro CAstro Alves…) confira os cartazes de cinema Glauber… na praça Castro Alves… Teatro e cinema… 18 17,,, pelourinho…
    Hoteis… bem… aí é que eu nao concordo…
    O ibis é um hotel 4 estrelas… ou parecido…
    mas tem um dois ou uma estrela…
    Barramar Vangogh… no Porto da Barra… com teto amarelo e vermelho… agora está muito caído… (de pintura, mas o atendimento… é o mesmo do tempo em que o dono galego vivia…) garanto… passei lá seis veroes…
    aluguel.. .vale a pena… veja Dona Diva no edifício Daniel… Porto da Barra frente a praça…
    gente… esse aqui é bom roteiro… mas nem todo o turista pode frequentar a Marina nem o Ibis… A Bahia dá pra tudo… só conferir…
    é bom demais… Já tô nessa há muito tempo…
    alugar um dia de hotel e conferir depois… outros… como o Marazul… ou o Sao Marino… é melhor…
    ficam perto do shopping barra e supermercado Bompreço, Perini delicatessen… Center Lapa tem ótima comida… Master Grill…. S. Barra Mister Sheik.
    Vou conferir alguns dados aquí … porque nem sabia… mas passo esses outros que poderiam ser de ajuda pra quem gosta da Bahia…
    bjs
    Adorei saber que tem mais uma pessoa que adora essa terra de trabalho, tesao e boa vontade…
    bjs
    laura

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