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Outubro Rosa por aí


Outubro Rosa

Como vários posts bacanas rolando  sobre o Outubro Rosa, e ando sem tempo de produzir conteúdo, vou destacar alguns para que vocês os visitem:

1. A Smiletic escreveu um post super bacana sobre mamografia digital e analógica, inclusive com imagens demonstrativas  que  PRECISA SER LIDO.

Vou colocar só um trechinho aqui pra vocês sacarem a importância:

Vejam só a diferença: o foco passa de nódulos de 0,6 mm para 0,3 mm e, com a ampliação, é possível levar o foco para 0,1 mm. Apesar disso, como seu uso ainda é muito menor que o de aparelhos convencionais, muitos questionam essa melhora, usando isso como justificativa para não comprar nodos equipamentos.

É claro que o custo de um novo equipamento é de quatro a cinco vezes maior que o do equipamento convencional, o que leva hospitais a questionarem o investimento e, pior, levam convênios a evitarem a cobertura para este tipo de exame.

Ainda estão aqui? Estão esperando o que para se informar melhor, posso saber? :-)

2. Através do Luz de Luma descobri que o  Lucas Pereira resolveu não só aderir à campanha de divulgação como também fez um outro banner pros blogueiros, que ficou uma graça:

outubro rosa grandelateral - blogueiros

Pra quem quiser copiar, segue o código:

<p style=”text-align: center;”><a rel=”attachment wp-att-3859″ href=”http://www.mulherconsciente.com.br/Default.aspx”><img title=”outubro rosa grandelateral – blogueiros” src=”http://ladyrasta.com.br/wp-content/uploads/2009/10/outubro-rosa-grandelateral.png” alt=”outubro rosa grandelateral – blogueiros” width=”194″ height=”129″ /></a></p>

Tem também essa opção:

outubrorosa-meninos2

O código segue abaixo:

<p style=”text-align: center;”><a rel=”attachment wp-att-3860″ href=”http://www.mulherconsciente.com.br/Default.aspx”><img title=”outubrorosa-meninos2″ src=”http://ladyrasta.com.br/wp-content/uploads/2009/10/outubrorosa-meninos2.png” alt=”outubrorosa-meninos2″ width=”497″ height=”68″ /></a></p>

Fico contente em ver que os homens também estão se preocupando viu? Tem que acabar essa história de que só mulher tem que se preocupar com isso, afinal, todo homem tem uma mulher querida por perto, com quem ele se importe (sim, eu disse todo homem – gays included)

Rosamóvel

3.Virgem em Câncer falou sobre o itinerário do Rosamóvel, deem uma conferida please!

4. O Felipe Kiss também fez um negócio bacana: um site que compila tudo o que tiver a hashtag #outubrorosa no Twitter – em breve, num widget perto de você…

5. Outra que não está deixando ninguém esquecer do Outubro Rosa é a Flavita Valsani, que dá seu recado de um jeito artístico tão bonito que não tem como não prestar atenção… Olhem essas fotos em tamanho grande e me digam se não tenho razão?

Last but not least,  uma foto da minha sobrinha querida, que todo verão da Inglaterra faz de conta que está em Outubro e pinta o cabelo de pink…

Dun

Já falei pra vocês que conversei com o pessoal aqui de casa? E vocês, o que têm feito hein? Podem ir contando…

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Outubro Rosa – campanha, selos de divulgação e notícias

Outubro Rosa

Semana passada quando postei falando sobre o lançamento da campanha do outubro rosa, ainda não havia nada muito definido quanto às blogagens  coletivas desse ano. Agora já está tudo organizado.

1. blogagem coletiva

Quem quiser participar, posta e manda o link pro post da @samegui, que vai centralizar tudo por lá – e como já havia dito, eu vou encaminhar pra ela as postagens que foram feitas anteriormente que linkaram meu post, além de colocar a relação de blogs na minha barra lateral como fiz ano passado.

2. sorteio do livro

Os participantes da blogagem coletiva vão concorrer a o livro “ Força Na Peruca”, da absoluta  Mirela Janoti, super vencedora na luta contra o câncer de mama.  Você pode participar deixando nos comentários daqui do blog colocando o link do post ou dizendo como está colaborando para a divulgação do Outubro Rosa e dia 31/10 eu divulgo o resultado.   A  samegui e   a @danikoetz também estão  sorteando, mas o sorteio da Dani  é hoje!

3. selos da campanha

E os selinhos deste ano já estão prontos!

A @mjcoffeeholick fez o selinho do ano 2 da campanha, estão aí embaixo pra quem quiser colocar no blog, com os respectivos códigos:

outubro-rosa2

Código:

<a href=”http://www.mulherconsciente.com.br/”><img title=”outubro-rosa2″ src=”http://ladyrasta.com.br/wp-content/uploads/2009/10/outubro-rosa2.png” alt=”outubro-rosa2″ width=”195″ height=”128″ /></a>

outubro-rosa2_pequeno

Código:

Pros meninos que estão apoiando a campanha: a @samegui localizou ontem o pessoal do Conversa de Liquidificador que adaptou o selinho pros blogueiros

outubro_rosa(aliás, shame on us que todo ano esquecemos deles… pedi pra @mjcofeeholick fazer um com o ano 2, assim que ficar pronto aviso!)

o código do selo dos meninos está aqui:

<a href=”http://www.mulherconsciente.com.br/”><img title=”outubro_rosa” src=”http://ladyrasta.com.br/wp-content/uploads/2009/10/outubro_rosa.jpg” alt=”outubro_rosa” width=”210″ height=”177″ /></a>

Eu pedi pra Cris fazer o  ano 2 dos meninos, assim que ficar pronto eu aviso!

Eu costumo deixá-los o ano todo no blog na minha barra lateral, mas cada um decide como, quando e onde colocar certo?  Afinal, eu sou mandona mas nem tanto assim :lol:

E você? o que tem feito em prol da campanha? Acha que conscientização cai do céu é? Não cai não… Vamos arregaçar mangas?

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Segue a listagem do pessoal que até agora está participando

* A Vida Como a Vida Quer -
* Moda Sem Frescura
* Conversa de Liquidificador

* Pequenos Delitos

* Sentimento em Letras
* Eroti-Cidades

* Artes da Bodela -
- Rato de Biblioteca
- Agora Vai -
- Sucesso News -
- No Ghetto -
- Universo Mix -
- Azar o seu, querida -
- Ladybug Brazil -

- Janela da Alma – Flavita Valsani, no seu Flickr

A @samegui, que é muito mais organizada que eu, fez uma listinha de todos os que estão engajados no Outubro Rosa:, listinha essa da qual fiz copy-paste na cara dura – mas é por uma boa causa, afinal , né?

@louvoreintercessao,

@juliagil,

@lidifaria,

@danikoetz,

@cintiacosta,

@blogapaixonados,

@fiodeariadne,

@smiletic (com vários posts),

@dasgurias,

@claudiamidori,

@cybelemeyer,

@cobracomasa,

@bazarpop,

@casarei,

@selmarosa,

@meninamisterios,

@lume,

@carlamorais,

@jl,

@denisearcoverde,

@SentimentoEmLetras,

@JesusOMaiorAmor,

@AnaPaula (uma das vitoriosas),

@simpleseoriginal,

@mirelafenix,

@redhairtattoo,

@avessodoavesso,

@fufuquices,

@modasemfrescura,

@melhoramiga,

@mr_biglia,

@maxreinert,

@juvilela,

@fabineves,

@juliareis,

@prichufi,

@sacolaodestilo,

@tarsoaraujo,

@objetosdedesejo (que foi na festa, mas não nos vimos),

@andrealino,

@moniquebecker,

@conversadeliquidificador,

@renatanogueira,

@rosana,

@anamagal,

@daluzinha,

@cristianesilva (uma das vitoriosas),

@smiletic,

@fransayuri (no Flickr),

@drimorango,

@fashionyuppies,

@melangedetout,

@virgememcancer,

@beatrizcassia,

@pompeumacario,

@saladeespera,

@charo (a nossa vitoriosa),

@gabibianco,

@metheoro

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Outubro Rosa: Top 10 coisas que você precisa saber sobre o câncer de mama

Outubro Rosa

Outubro, pra quem não sabe, é mês do Outubro Rosacampanha mundial em prol da divulgação da prevenção e dos perigos do câncer de mama.  Hoje é  o lançamento da campanha para os blogs aqui em São Paulo, onde estarei presente, e (imagino) posteriormente vão rolar blogagens coletivas visando conscientizar as pessoas da importância vital do diagnóstico precoce. Eu começo minha campanha no blog hoje, falando sobre 10 coisas que deveríamos saber sobre o câncer de mama :

1. – Aspectos Gerais

De acordo com o Inca, o câncer de mama é o que mais causa morte entre as mulheres. No mundo, é uma das principais causas de mortalidade feminina, sendo raro até os 35 anos, com os riscos aumentando progressivamente após essa idade

2. Fatores de Risco

Os  maiores fatores de risco são : Dentre os fatores de risco para o desenvolvimento de um câncer de mama estão a idade e o histórico familiar. Ingestão de álcool, menarca precoce, menopausa tardia, ocorrência da primeira gravidez após os 30 anos e nuliparidade (não ter filhos) também são exemplos de fatores de risco para o desenvolvimento do câncer.

3. Sintomas

Os sintomas do câncer de mama palpável são o nódulo ou tumor no seio, acompanhado ou não de dor mamária. Podem surgir alterações na pele que recobre a mama, como abaulamentos ou retrações ou um aspecto semelhante a casca de uma laranja. Podem também surgir nódulos palpáveis na axila.

4. Da necessidade do diagnóstico precoce :

Se no momento do diagnóstico o tumor tiver menos de 1 centímetro (estágio inicial), as chances de cura chegam a 95%. Quanto maior o tumor, menor a probabilidade de vencer a doença. A detecção precoce é, portanto, uma estratégia fundamental na luta contra o câncer de mama.

5. O auto exame não é mais o melhor modo de diagnosticá-lo

Durante muito tempo, as campanhas de conscientização para o câncer de mama divulgaram a ideia de que o autoexame das mamas, baseado na palpação, era a melhor forma para detectá-lo precocemente. Mas o tempo passou, a medicina evoluiu e as recomendações mudaram.

O autoexame continua sendo importante – mas de forma secundária. Quando o tumor atinge o tamanho suficiente para ser palpado, já não está mais no estágio inicial, e as chances de cura não são máximas.

6. A mamografia  é essencial para o diagnóstico precoce

Para que seja possível um diagnóstico precoce, é preciso que se faça a mamografia, que consegue detectar nódulos de tamanhos muito menores do que o auto-exame é capaz de fazê-lo. Especialistas estimam que mortalidade por câncer de mama em mulheres entre 50 e 69 anos poderia ser reduzida em um terço se todas as brasileiras fossem submetidas à mamografia uma vez por ano.

No entanto, apenas 35% das mulheres brasileiras têm conhecimento de que a mamografia é o caminho para o diagnóstico precoce do câncer de mama. Tal desconhecimento faz com que tenha sido percebido um aumento na mortalidade causada pela doença aqui no Brasil, enquanto que esse número vem diminuindo nos países desenvolvidos – diferença essa em grande parte atribuída ao diagnóstico tardio (Entre 1999 e 2003, quase metade dos casos de câncer de mama foram diagnosticados em estágios avançados, segundo estudo do Instituto Nacional de Câncer – Inca).

É de suma importância portanto, que essa informação chegue às pessoas menos esclarecidas.

7. SUS é obrigado por lei a fazer mamografia anual em mulheres acima de 40 anos

Com o advento da Lei Federal nº 11.664/2008, em vigor a partir de 29 de abril de 2009, o SUS passa a ser obrigado a fazer ANUALMENTE exames de mamografia na mulher acima de 40 anos.

No entanto, para que tal lei seja cumprida, é preciso  pressão e fiscalização da sociedade – e cumpre a nós pressionar e fiscalizar a o governo.

8. Mamografia deve ser feita em locais abalizados

Outro problema que prejudica a detecção precoce do câncer de mama é a má qualidade das mamografias feitas no País. Numa pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca), 77% dos exames foram rejeitados por problemas técnicos relacionados à qualidade da imagem, ao posicionamento incorreto das pacientes e ao uso inadequado dos equipamentos. O resultado é, além de tumores que passam despercebidos e de biópsias desnecessárias, o grande número de mamografias que precisam ser refeitas.

Para combater o problema, o Colégio Brasileiro de Radiologia, em parceria com o Inca e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), criou, em 2005, um programa de certificação de mamógrafos, que conta com o apoio da Femama e do Instituto Avon – mas eles ainda são muito poucos.

9. Ele não atinge só as mulheres

Estamos acostumados a associar o câncer de mama apenas às mulheres; no entanto, apesar de o número de homens atingidos pela doença ser bem inferior (apenas 1% de todos os casos) , e bom ficar atento – principalmente aqueles que possuem histórico de câncer na família.

10.  Leis amparam os  acometidos pela doença

E é preciso se informar. Alguns exemplos:

- saque do FGTS e PIS quando titular ou dependentes sofram da doença;

- reconstrução da mama através do SUS;

- compra de veículo isento de IPI, ICMS e IPVA, dispensado do rodízio (em SP);

- passe livre nos transportes públicos;

- quitação do imóvel pelo SFH nos casos de invalidez permanente comprovada;

É necessário informar-se corretamente quanto a isso.

Pink for October by Josué Salazar

Já disse na blogagem do ano passado: pertencer a uma elite não significa ter carro carro ou viajar pro exterior; significa acima de tudo ter consciência do seu papel na sociedade, papel esse que implica em melhorar o que está a nossa volta. E já aviso: isso não se faz apenas com doação de dinheiro; se faz através de empenho pessoal. Que tal informar aqueles que estão à sua volta e que talvez tenham menos conhecimento ou acesso à informação que você hein? Pra mim, cidadania é isso. E pra você?

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Informe-se mais:

- Mulher Consciente

- FEMAMA

- Outros links de interesse

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Na verdade eu não estou sabendo ainda de nenhuma blogagem coletiva nos moldes da do ano passado. Mas se vc fizer um post a respeito (e dá pra fazer, ainda que seja um blog de tema específico – é só ser criativo, ou criar post off-topic) manda o link pra cá que eu encaminho depois ou aviso tá?


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Top 5 motivos a favor da descriminalização do aborto

Hoje é dia da  Dia de Luta pela Descriminalização do Aborto na América Latina e Caribe .

A @anarina, com quem troco inúmeras figurinhas, fez para o TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) dela um mapa sobre a evolução da legalização do aborto no mundo, que achei bárbara:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=s2e7q0jBvYk]

Como vocês podem ver, não estamos aí – ou melhor, estamos sim, em companhia da maioria dos países africanos (os quais não são exatamente um exemplo de evolução social, econômica e política, certo?) e alguns países ultra-católicos da Europa. Queria portanto, fazer algumas reflexões sobre a questão do aborto:

1. a mulher tem o direito de decidir sobre seu futuro e seu corpo

Sim, sobre o seu futuro. Ninguém ignora que um filho altera a vida da mulher. Altera a vida do homem também, mas não há como negar: é a vida da mulher que fica mais complicada, ainda que o pai seja um pai presente e moderno – até porque a cobrança social em cima da mulher é maior.

De acordo com essa pesquisa aqui, 66% das famílias monoparentais são chefiadas por mulheres; o número chega a 80% quando falamos de famílias monoparentais negras – ou seja, não há como negar que um filho traz mais alterações sobre a vida da mulher do que a do homem.

Você não pode deixar ao sabor do acaso um fato que pode alterar drasticamente a vida de uma pessoa – falhas acontecem, pessoas erram,  e é até mesmo irresponsabilidade obrigar uma mulher a ter uma criança que não deseja.

2. O fato de não acharmos ético o aborto como método contraceptivo não significa que ele deva ser proibido

Eu não acho que o aborto deva ser utilizado como método contraceptivo – mas não é por isso que ele deve ser proibido. A solução é orientar a população menos informada e menos privilegiada, explicando que pílula anticoncepcional e  camisinha (assim como outros métodos menos populares de contracepção) são a melhor solução para o caso. Vai demorar ? Vai. Mas não é negando um direito que você vai conscientizar as pessoas, e só a legalização vai permitir esclarecimento e debate. Não nos esqueçamos: não dá pra fazer uma ampla conscientização de algo que é tabu e proibido.

Proibir o aborto  (que, sejamos sinceros, já existe né?) sob essa alegação é inconsistente – até  porque eu posso não concordar com a utilização do aborto como método contraceptivo, mas essa questão é mais filosófica do que médica, e não tenho como impor meu ponto de vista sobre os outros; no máximo posso tentar convencê-la aos poucos, certo? ;-)

3. aborto já existe – só que só é possível às  classes privilegiadas

Sim, sou eu, aquela que abomina chavões que está dizendo isso. E estou dizendo isso porque é a mais pura verdade ((há post escrito sob pseudônimo no Blog dos 500, projeto do qual faço parte,  falando justamente sobre isso).  Ninguém ignora que existem inúmeras clínicas clandestinas de aborto pelo país, sobretudo nas cidades mais abastadas; ninguém ignora que todo ginecologista “estrelado” (no sentido de conhecido, respeitado etc) tem um colega que exerce a profissão no, digamos assim, “lado negro da força”, para ser acionado em situações, também digamos assim, “mais delicadas” (sim, tudo que é proibido mas acontece à larga precisa de inúmeros eufemismos, sabiam?). Mas como é ilegal, é caro, e somente quem tem dinheiro pode pagar. Quem não tem dinheiro, como todo mundo sabe, utiliza aqueles métodos que podem causar danos terríveis, como a famosa agulha de tricô, os remédios comprados no câmbio negro etc – e como tais métodos deixam sequelas, ao invés do SUS arcar com uma curetagem, tem que arcar com custos de tratamentos mais sérios. Isso é injusto e não pode continuar assim

4. aborto não será  obrigatório

Parece óbvio né? Mas acho que as pessoas não se dão conta do que falam, por isso a ressalva: aqui não é a China (onde por vezes o aborto é forçado, como Xinran falou inúmeras vezes em seus livros) e isso não vai acontecer tá?

Eu tambem sei sei que algumas convicções religiosas não admitem o aborto. Mas… vcs lembram quando o divórcio foi aprovado no país, ainda nos idos de 1970? Lembro do meu pai ter falado : mas gente, divórcio só vai ser permitido, não será obrigatório, vocês estão entendendo?

Falo o mesmo: a legalização do aborto não implica na obrigatoriedade de se fazê-lo. Caso a sua religião não permita, ou se você é contra, é muito simples: não o faça. Mas intolerância religiosa tem sido a causa dos últimos incidentes internacionais e massacres no mundo, e deve ser combatida a todo custo. Ninguém tem o direito de impor suas convicções a outrem – ao menos não em um Estado laico, como é o nosso.

e também não acho que seja a coisa mais legal do mundo; mas acho que é direito da mulher decidir se vai ter a criança ou não, até porque será dela a responsabilidade de criá-lo. Não nos esqueçamos: ainda que feito de forma consciente, o aborto é uma situação onde o emocional da mulher, por mais equilibrada que seja, sofre. Ou vocês acham que ela não sente esse estigma todo que permeia a nossa sociedade?

5. Auxílio à mulher que optou por abortar

Descriminalizar não é obrigar; a respeito da descriminalização, a @semiramis fez um post muito bacana, de onde destaco:

Por descriminalização, entenda-se: fazer o aborto deixar de ser assunto de polícia (resultado: prisão) para ser, simplesmente, assunto de saúde pública, envolvendo apoio psicológico, informação adequada sobre contracepção, direito de optar pelo aborto ou pelo prosseguimento da gravidez, direito de fazer um aborto ou parto com toda a segurança e higiene que a medicina pode oferecer. Essa deve ser uma escolha de cada mulher, e não uma imposição estatal, religiosa ou social. Deixemos que a consciência ou a religião de cada gestante diga o que devem fazer. E respeitemos a vontade de cada mulher.

Não tenho nada mais a acrescentar, a não ser que espero estar viva quando essa situação mudar.

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Veja também:

- parte do documentário “Clandestinas”, também da @anarina, sobre o tema:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=lUNvDG7bcLM]

- Seleção de posts sobre aborto da @tdbem, onde destaco este pela racionalidade e pela lógica argumentativa, e ainda esse aqui pela coragem e emoção

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Semana Aleitamento Materno – Amamentando na UTI

Leozinho e eu por Renata Rea

Pra chegar até o Banco de Leite do Hospital onde meu filho nasceu, era preciso passar na frente do “berçário dos normais” – e eu odiava aquilo, e odiava ter inveja daquelas famílias felizes comemorando o nascimento de suas crianças (não somos somente feitos somente de sentimentos nobres né?).

Não, meu filho não nasceu com qualquer tipo de deficência mental (apesar de, vá lá, ter sofrido uma hemorragia cerebral); ele apenas nasceu prematuro, com 27 semanas (aproximadamente 6 meses e meio), porque tive uma pré-eclâmpsia feia (meu parto foi aquela coisa parto ER, saca?)

Eu tinha feito um zambilhão de planos para quando meu filho nascesse e… Well, como diz o ditado, quando Deus quer se divertir, nos deixa fazer planos… Definitivamente não tinha sido daquele jeito que imaginava aquele nascimento (embora isso tenha sido necessário para que eu desse valor às coisas realmente importantes na vida – eu precisei daquele “se liga” que a moçada lá de cima me deu, acreditem).

Lordrastajr passou 56 dias na UTI do hospital; nos 1ºs  30 dias, ficou entubado, tendo tido várias intercorrências sérias -  e antes que vocês me perguntem, não, ele não mamava no peito, ele só recebia NPP (nutrição parenteral) – não tinha condição sequer de respirar, quanto mais de mamar. Só pôde começar a mamar meu leite depois que foi desentubado.

Leozinho UTI - Semana de Amamentação

Por essas razões,  tive uma experiência completamente diferente no que tange à amamentação; ela não começou como um daqueles comerciais lindos em que a mãe se emociona ao ver o bebê mamando no peito horas depois do parto, e sim numa máquina pra tirar leite no banco de leite, onde me deram também uma apostila para que eu entendesse como ele era produzido pelo meu corpo.

Ah sim, foi um fase terrível, onde eu não podia fazer nada além de rezar e tirar o leite que era congelado para que ele pudesse mamá-lo depois (Eu também comprei uma máquina elétrica pra repetir o processo na  minha casa mais uma ou duas vezes sem precisar me deslocar para o hospital).

<parênteses>  posso ser sincera com vocês? Isso tudo era horrível, mas  passar na frente do “berçário dos normais” acabava comigo, e é uma das poucas cenas daquela época da qual me lembro. Sabem por que eu odiava? Porque eu olhava pra dentro de mim e via sentimentos horríveis, principalmente raiva, revolta e… é, tenho que falar…inveja mesmo. Eu tinha inveja daquelas famílias felizes com o  nascimento dos filhos, comemorando, enquanto eu não podia ouvir o telefone tocar na minha casa porque morria de medo que algo tivesse acontecido com o meu; tinha inveja de ver as mães com os bebês no colo e imaginá-las saindo da maternidade dali a 2, 3 dias, enquanto eu tive que ir pra casa aos prantos, deixando meu filho no hospital. Era medonho ver dentro de mim dois dos sentimentos que julgo vraiment desprezíveis: autopiedade e inveja, aquela inveja corrosiva, de querer ser o outro, de querer estar no lugar do outro – e ter que passar ali todo santo dia era um castigo pra mim, juro. </fecha parênteses>

Eu fazia o que podia, obviamente, mas não podia fazer muito – o estímulo não é igual, o stress pelo qual estava passando era insuportável e isso não ajuda em nada na produção do leite…  E é, obviamente, mais dolorido. Até hoje acho que só consegui passar por aquilo porque era simplesmente a única coisa que eu podia fazer pelo meu filho além de rezar – e eu sabia que amamentar, naquela situação, com um bebê frágil como o meu, era vital.

Vital como é também amamentar em situações de emergência (além de ser muito muito mais prático), tema desse ano da Semana Mundial do Aleitamento Materno que termina hoje (vocês irão encontrar um zambilhão de informações importantes no post da Sam Shiraishi, que como sempre faz a lição de casa como se deve…) – cá entre nós, quando a mãe tem leite, não consigo imaginar forma mais fácil de se alimentar um filho, certo? Seria interessante que esse conceito se arraigasse nas pessoas…

Voltando à minha experiência quanto à amamentação, queria aproveitar esse post para falar sobre alguns mitos  que são absolutamente infundados,  no mais das vezes perpetuados pelos fanáticos de plantão – e vocês sabem o quanto eu não suporto fanatismo, como é perceptível neste texto, naquele, e ainda nesse aqui:

a) “se o bebê começar a mamar na mamadeira não vai querer mamar no peito da mãe”. Mentira daquelas deslavadas. Meu filho começou tomando 1 ml de leite depois de um mês de vida (porque poderia sofrer problemas com a digestão) no conta gotas, depois passou a tomar leite numa mamadeira (nada daquelas mamadeiras ortodônticas, era daquelas com um furo enorme no bico- pois ele não não podia gastar calorias de jeito nenhum, visto ter um quilo e meio se tanto à época).

Leo em casa 96 - Semana Amamentação

b) complemento alimentar (leite em pó)  faz com que o bebê deixe de mamar no peito da mãe porque o gosto do leite da mãe não é tão bom

Em decorrência do stress pelo qual passei  eu não tinha leite suficiente pra amamentá-lo, até porque com bebês preematuros  não há qualquer rigidez de horários – ele mama quando quer, porque a prioridade é ganhar peso; então, era preciso complementar as mamadas no peito com leite em pó, na mamadeira. Nunca tive problema, sério.

Sinceramente, acho que o bebê não é bobo; mamar na mamadeira pode ser mais fácil, mas vc não tem contato com a pele da sua mãe, o contato é menos íntimo; pra mim, o natural é que ele queira mamar no peito e não o inverso.

Finalizando:  amamentar é uma sensação maravilhosa, única e só quem já passou por isso sabe quanto; então, mães permitam-se viver essa experiência; àqueles que não podem fazê-lo, divulguem a importância desse ato – pois é só assim, através da educação (e nós pessoas mais esclarecidas, temos o dever de esclarecer aqueles que estão à nossa volta) que um país ou uma sociedade evolui.

Leo e Flavia - 2009

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[Este post faz parte da Blogagem Coletiva da Semana Mundial da Amamentação]

Se quiser entender melhor a importância dessa questão, baixe o folder de ação da WABA e/ou ótimo manual Alimentação de Lactentes e Crianças Pequenas em Situações de Emergência da IBFAN Brasil (em PDF). Você também pode fazer o download de vários materiais educacionais relacionados ao tema – slides para aulas, vídeos, manuais, cartilhas – no site do programa de promoção da Amamentação do Senac-SP. Veja o vídeo oficial desse ano e como encomendar materiais da SMAM nesse link.

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Site sobre: Locação e venda de extratores de leite materno

Informações sobre UTI NeoNatal e aleitamento materno e também nesse estudo muito bom

Outras informações sobre Aleitamento Materno

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P.S. Aproveitando que domingo é dia dos pais, quero fazer aqui um agradecimento ao pai do meu filho, que dividiu comigo esse período complicado pelo qual passei – afinal, sem ele a coisa mais importante da minha vida não existiria, e também ao meu pai, já falecido, que daquele jeito insano dele, me fez manter a sanidade naquele período, me obrigando a trabalhar meio período – chamei-o de tudo quanto foi nome à época, mas querem saber? Ele estava certo.

P.S. II Foram muitos os amigos que me ajudaram naquela época, de diversas maneiras;  mas tenho que fazer um agradecimento especial à Lisa e ao Sérgio, e aos pais deles, que deram um apoio inesquecível nessa fase (até a chave da casa deles eu tinha!).

P.S. III – Espero que vocês tenham entendido porque falo tanto do meu filho – na verdade, agradeço todos os dias da minha vida a ventura de tê-lo comigo, saudável, inteligente, companheiro. Eu não sabia que merecia tanto da vida, sério.

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Vou colocar aqui quem participou da blogagem coletiva, podem mandar os links tá?

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Uma boa hora

Não sei se todos vocês sabem disso, mas em tempos d’antanho era assim que as pessoas desejavam um parto auspicioso para a gestante – até porque naqueles tempos de “tragam-me água quente e toalhas” (que nós sempre vemos naqueles filmes), um pouco de sorte era imprescindível para que tudo desse certo e mãe e filho sobrevivessem.

Bom, mas por que estou falando nisso? Porque ontem  estive no lançamento da linha Mamie Bella, do Boticário, realizada no Spa Kyron no Shopping Iguatemi, onde, dentre outras coisas, em uma discussão sobre parto, gestação e assuntos correlatos à maternidade, falou-se sobre a velha polêmica parto natural X cesariana – e só pra variar um pouco, a minha opinião diverge de todo mundo…

Eu entendo a postura daquelas que querem ter um parto natural, em casa, sem aquela carga de impessoalidade  que um hospital possui (sou inclusive uma daquelas que, se puder escolher, quer  morrer em casa, na minha cama);  mas me incomoda um pouco esse movimento “volta à natureza” como se, somente pelo fato de sofrer mais durante o parto, a mãe fosse mais mãe.

Eu sei, eu sei, há inúmeros estudos falando das benesses do parto normal para a mãe, e para o relacionamento entre mãe e filho; mas também não dá pra negar que o mundo evoluiu, que hoje em dia nós temos uma tolerância à dor muito menor do que há anos atrás, e que o progresso científico  e a evolução da humanidade trouxeram  alterações no nosso modo de vida, inclusive quanto à nossa tolerância às frustrações, e isso tem consequências na forma como desejamos dar à luz.

Sim! Eu até entendo a postura romântica de quem deseja ter um filho na sua casa, como os “antigos”, ou como ainda ocorrem em algumas regiões isoladas do país (a esse respeito, btw, vale lembrar a excelente reportagem sobre as parteiras da Amazônia feita por Eliane Brum , que me comoveu profundamente). Mas eu pergunto: a mãe que opta pelo parto domiciliar está preparada para um mau desenrolar dos fatos? Está preparada para não ter socorro a tempo no caso de ocorrer uma emergência? Tem consciência de que a sua  imposição de ter um filho dentro de  casa pode implicar na morte deste  caso o parto não corra a contento? Sabe em quais complicações o médico responsável pode se meter caso ocorra algo grave? E agora vou ser muito muito polêmica: em que uma mãe que “bate o pé” para ter o filho em casa, expondo-o a esses inúmeros riscos difere daquela mãe que “bate o pé” para ter o filho numa data “x”, para que este seja deste ou daquele signo, ou para que os feriados não sejam prejudicados? Eu sinto em dizer que são as duas faces da mesma moeda – ambas estão colocando os seus desejos pessoais na frente do bem estar de seu filho.

O mesmo para todos as outras espécies de parto existentes no “cardápio” hoje em dia. Parto de cócoras é fantástico mesmo – para aqueles que passaram a vida de cócoras, com os seus músculos devidamente enrijecidos, com histórico cultural e familiares afeitos à técnica por perto; não serve para nós, seres urbanóides que ficamos sentados a maior parte do dia, e por aí afora. O mundo mudou, as relações sociais mudaram e não podemos (ou ao menos não deveríamos), ainda que seja sob a justificativa de estreitar laços com nossos filhos, tentar viver como em tempos d’antanho; quer queiramos quer não, não somos pessoas daquela época, e nossos anseios e expectativas são diversos – basta dizer que há 100 anos atrás era rara a família que não tinha um filho morto aos 5 ou 6 anos de idade, as famílias eram numerosas, e um óbito para uma mãe com 8 filhos não era tão traumático como é hoje em dia; simplesmente, a vida era daquela forma. Nós não conseguimos ver as coisas sob esse prisma, simplesmente porque temos mais recursos à nossa disposição; aliás temos tantos recursos que nos damos ao luxo escolher quais queremos e quais não queremos para nós.

Quero deixar claro: não estou de forma alguma criticando  parto normal ou o natural, ou defendendo a cesárea; estou defendendo a segurança e o bem estar da criança acima de tudo, inclusive acima dos desejos da mãe. São inúmeros os casos de complicações decorrentes de parto advindas na demora em se optar por uma cesárea, demora essa causada muitas vezes por veleidades da mãe em dizer que teve o filho de parto normal, e é para esse tipo de atitude que peço uma reflexão a respeito: parto é meio, não é fim; parto é a forma através da qual nosso projeto mais precioso, longo e  complexo terá início, e mais nada. Caso ele possa ser feito de uma forma menos invasiva, evidentemente a escolha deve ser essa – mas isso deve se dar de forma natural, e não forçada, não a qualquer custo – e muito menos deve arriscar a segurança de mãe e filho.  O importante é que a criança e a mãe estejam saudáveis e seguras para  vida que terão. O resto, vocês me desculpem, mas é detalhe.

mãe e filho, maternidade

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P.S. De minha parte, tendo tido um parto onde corri risco de vida sério, tendo tido um filho prematuro de 27 semanas, só posso agradecer à Medicina ter proporcionado a sobrevivência daquele que, segundo um moço muito querido, “era o mais importante de meus projetos”. Indeed he is…

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Outubro Rosa: Melhores Momentos

Bom, esse é o post final da Blogagem Coletiva do Outubro Rosa, sugerida pela Sam Shiraishi, onde vários blogueiros postaram ao longo do mês no intuito de conscientizar as pessoas quanto à importância da regularidade do auto-exame e da mamografia anual para mulheres acima de 40 anos.

Vou fazer um apanhado geral de alguns posts que curti, mas sugiro que vocês, mesmo tendo acabado o Outubro Rosa, não deixem de dar uma olhada nos posts dos blogs participantes.

Eu gostei muito do Banco de Perucas da Liliane Ferrari, do post sobre os direitos das pessoas com câncer da Cynthia Semiramis, e chorei no post sobre a amiga que também raspou o cabelo em solidariedade que a Cynthia Semiramis também contou.

Curti saber pelo Diva Diz que alguns monumentos de cidades do país (e do mundo também, descobri depois) tiveram iluminação especial em cor de rosa em homenagem ao Outubro Rosa.

E não nos esqueçamos do Luluzinhacamp, que agregou todos os posts escritos sobre o assunto nesse mês né? Nem da Lu Monte, do Dia de Folga, que toda santa terça feira lembrava as meninas da lista do Luluzinha Camp que era dia de postar.

A todas que eu não consegui mencionar (estou escrevendo isso aqui nos 45 do 2° tempo, literalmente), parabéns né?

Como fã incondicional de Sex and the City, termino mencionando o post do Casa da Gabi onde ela fez um pout-pourrit das cenas emocionantes que a Samanta protagonizou na última temporada da série, quando descobriu que tinha câncer.

A todo mundo que participou, parabéns para nós, que estamos cumprindo nosso papel na sociedade; estamos fazendo a nossa parte ao invés de esperarmos que façam por nós. Mas é bom não esquecer que não basta falar: temos que ser disciplinadas e fazer os exames com regularidade. E na medida do possível, tentar influenciar as pessoas próximas a fazer o mesmo.

Beijos a todas e todos !!!!

Termino como comecei: com o vídeo onde a Samanta do Sex and the City discursa no evento do Câncer. Que a coragem dela naquela noite em se mostrar nos sirva de exemplo em todas as situações de nossas vidas em que precisemos ter fibra, garra, coragem e sobretudo, personalidade.

[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=ISET9kt5wfE]

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Outubro Rosa: Balzaca que se preza faz mamografia perto do aniversário

E lá vamos nós para a terceira semana do Outubro Rosa (não sabe o que é o Outubro Rosa? Dá uma olhada aqui pra descobrir).


Moçada, a idéia é colocarmos na nossa cabeça (e na cabeça de quem estiver perto da gente):

98%

dos casos de Câncer de Mama têm cura se forem detectados cedo.

Isso mesmo: 98%.  Um numerozão e tanto né? Não dá pra bobear certo?

E como faz para se detectar cedo? Fazendo exames regularmente.

Quais exames a gente faz regularmente?

a) auto exame, durante o banho – que vc aprende a fazer por exemplo, nesse site AQUI

b) mamografia anual para mulheres acima de 40 anos

TOOOODA MULHER TEM QUE FAZER ISSO MOÇADA…

ENTENDERAM??

A Elziabeth Hurley (linda de morrer aliás né? e com os peitos bonitos que tem, não é a toa que queirca cuidar deles direitinho, hehehe) dá uma dica super legal nessa propaganda que eu separei:

marcar o exame de mamografia perto do nosso aniversário,

pois  assim a gente não esquece nunca de fazer o dito cujo.

Achei uma super boa idéia – inclusive, nada melhor do que cuidar  de nós mesmas no nosso aniversário né?

Então, fica aqui a dica: cuide de você no seu aniversário. Seus peitos agradecem.

Olhaí a Liz Hurley falando sobre o assunto, naquele british accent dela que eu acho lindo de morrer…

[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=i5m7nB_LvNg&feature=related]

Bom, o resto vcs já sabem mas não custa repetir né? divulguem a campanha, falem com as mulheres de seu círculo social, sejam cidadãos atuantes. O conceito de cidadania não é só pensar em que vereador, deputado ou chefe do executivo escolher;  cidadania também é conscientizar as pessoas menos esclarecidas de seus direitos, e exercer os nossos direitos. É fazer ao invés de esperar que façam por você ou pelos outros. Right babes? ;-)

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Last but not least dêem um’olhadinha no blogroll do Outubro Rosa aí ao lado, porque eu sou folgada e só dou as instruções gerais, mas tem muita informação legal, interessante e valiosa por lá viu? Vale a visita meeeesmo!

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Outros posts da campanha aqui no blog:

Outubro Rosa: Pense na frente, não deixe que espalhe.

- Outubro Rosa: Porque mulheres de peito cuidam deles.


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