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Cidades onde deixei meu coração

*Blogagem coletiva “Umas com tanto, outras com nada“, detalhes ao fim do post

Meu pai era do tipo para quem 600km de distância (de carro, bien compris) eram ali do lado. Programar viagem? Claro… Você comprava a passagem, reservava o hotel da chegada e o da volta, alugava um carro, fazia um roteiro aproximado das principais cidades que você queria conhecer e quantos dias gostaria de ficar em cada uma delas, e tava feito.

O estudo era do trajeto. Das cidades pelo caminho onde poderíamos parar. Ou não. Tudo podia ser mudado de última hora se, por exemplo, no meio do caminho tivéssemos um lauto almoço que nos obrigasse a parar para pernoitar no andar de cima do Relais Chateau em questão (como aconteceu uma vez em Dijon, cidadezinha pela qual me apaixonei). Dane-se se com isso um dia de [coloque aqui o nome de uma cidade gracinha da França de sua escolha] ia ser sacrificado. Ele não dava a mínima. “Não recebo do Guia Michelin por cidade ticada”, costumava dizer.

Para ele, realmente interessava o trajeto, e não o destino. “As únicas cidades que merecem 4 ou 5 dias são Paris, Londres, Nova York, Madrid; o resto, um ou dois dias está bom, então pra que se preocupar?”.

Exagero, claro. Mas meu pai era exagerado. Talvez por conta desse exagero, eu seja exatamente o contrário. Até curto o trajeto – porque nele, como bem diz meu sábio filho, normalmente acontecem os micos que distinguem a *nossa* viagem da viagem dos outros mortais.

Por isso, quero voltar sempre (assim como a Mari Campos) aos locais que já estive. Alguns acham isso perigoso. Mas sabem de uma coisa? Só é perigoso se vc quer viver exatamente a mesma experiência que viveu antes. E não dá né? Aquela história do homem no rio, bla bla bla. Mas se você não quiser repetir, e sim *descobrir* mais, devorar a cidade como um gafanhoto, aí é bacana… eu sou uma rata da minha própria cidade e nem mesmo assim consegui esgotá-la :-D

Por conta disso vivo sempre um dilema: quero conhecer lugares novos, mas quero voltar aos antigos. Não fazer isso me parece traição. E como não nasci milionária, instala-se um problema sério…

Tá, eu sei, tô enrolando e vocês querem saber pra quais cidades eu não me canso de voltar. Mas é que eu tô aqui mais interessada no motivo pelos quais as cidades nos fazem voltar. Beleza? Há cidades belas que nos fazem voltar, mas não creio que seja isso. Beleza não é (só) o que nos faz voltar a uma cidade, assim como não costuma ser o que nos prende a um companheiro por um grande período de tempo Adoro aquela música do Vinicius em que ele diz que “…senão, é como amar uma mulher só linda”. A música diz também que uma mulher tem que ter “aquele molejo de amor machucado” (uma frase que não me canso de repetir e de amar – e que espero ser um dia, aos olhos de alguém).

Acho que é isso, sabem?As cidades para as quais voltamos, de um jeito ou de outro, nos emocionam. Sempre. E eu acho que a emoção vem desse tal de “molejo de amor machucado” que cada uma delas tem para nós: o que elas têm de imperfeito que justamente as faz tão… humanas. Talvez seja o jeito de tratar o turista (mal ou bem), talvez sejam seus habitantes, mas de um jeito ou de outro, as cidades para as quais queremos voltar sempre nos aconchegam. E justamente por isso, o que apraz a uns não a outros, do mesmo jeito que eu só olho pra morenos e raramente pra loiros, e com outras pessoas é o inverso. Deu pra entender?

Nova York, apesar de fazer anos que não vou para lá, é quase hors concours: sua vida cultural feérica misturada com aquela bagunça de gentes (que eu enxergo um pouco em Londres) faz com que cada ida pra lá seja sempre tão diferente uma da outra que nem sei se dá pra dizer que você está voltando para a mesma cidade.

 

Paris idem. Paris pra mim tem uma peculiaridade: não dou a mínima se a parte cultural é bacana ou não. Sempre é, mas não é por isso que sempre quero voltar pra lá. Vocês vão rir, mas… é pelo jeito como em algumas padarias eles embrulham as tartelettes de framboesas, parecendo um origami.

Paris está nos detalhes, como eu sempre digo, precisa ser descoberta. E cada vez que estou lá, fantasio que moro lá um pouquinho naqueles dias. Vou comprar meus queijos, meus vinhos, paro pra tomar meu capuccino com croissant… eu não quero “fazer coisas” (como diz meu filho), não quero “ticar monumentos”, ou em ve-ene-vês, não quero fazer lerês; eu quero parisiar, flanar. Como diz a música, J’ai deux amours, mon pays et Paris.

Meu sonho de consumo? Ser clone do Jorge Amado e morar 6 meses em Paris e passar o verão na Bahia. Sim, na Bahia.

Porque eu adoro Salvador né? Aquela cidade feia, meio suja, que ninguém entende direito. Aquela mistura de sacro e profano que me encanta. Aquela mistura de sal, dendê (e xixi no Carnaval). Tem o lado feio também. O racismo (nem tão) surdo que você ouve, e que um dia vai explodir. Mas é ali que me refaço. É ali que chego quase todo final de ano quase rastejante, sem forças, e volto renovada. É, eu sei, eu pego o melhor que Salvador tem pra me oferecer: a cidade no seu auge, no seu melhor, com milhões de coisas acontecendo.

É um amor de verão. Mas ao menos eu sou uma amante de verão fiel, que a defende com unhas e dentes, e ela sabe disso. Não troco minha querida Salvador e suas festas de largo por praia de areia branca e mar verde do Caribe nenhum. Como diz o Riq Freire, e lá no Caribe tem sirigueloska por acaso? Tem não…

O Rio de Janeiro é outra cidade que não consigo ficar um ano sem ir. Seja pelos amigos queridos que tenho lá, seja pela paisagem impressionante, linda, pelas rodas de samba, calçadão, ah sei lá. Não dá pra falar do Rio depois desse texto aqui. Só sei que o Rio de Janeiro continua lindo, vale mesmo com chuva, e não vivo sem ele.

<abre parênteses>: não sei porque, mas uma cidade que acho visualmente parecida com o Rio, ainda que somente no jeitão, é Honolulu – talvez a Lucia Malla saiba me explicar por quê… </fecha parênteses>

Barcelona é uma cidade para se voltar sempre. Madrid também é, mas eu tenho ascendência catalã, então puxo brasa pro meu lado. Mas preciso conhecer Portugal. Tenho a impressão que vou adorar Lisboa.

E tenho medo de Berlim. Muito medo. Já desmarquei mais de uma vez passagem para Berlim, porque tenho a impressão de que se me soltarem por lá, periga de eu enlouquecer. Feeling. Um dia eu conto o que aconteceu :-)

Na seção lindinhas queridas pra passar o fim de semana estão Ilhabela e Paraty. Ambas cidades coloniais paulistas (sim, paulistas. Cariocas têm essa mania boba de achar que Paraty lhes pertence só porque a cidade está do lado deles da fronteira, mas é bobagem. Em Paraty o dialeto dominante é o paulistês – nem sei se isso é bom, na verdade, mas é uma curiosidade sobre a cidade, hehehe), com vistas lindas, restaurantes gostosos e um pessoal bacana.

 

Ilhabela vista da pousada onde costumo ficar

 

 

não é uma delícia de lugar pra se tomar café lendo um livro?

Das cidades que eu não faço questão de voltar… Vocês vão me matar, mas Buenos Aires, que todo mundo adora, não me apaixona. Tenho preguiça. Tenho muito mais vontade de conhecer Santiago ou Lima do que voltar pra Buenos Aires. Tô nem aí pra Buenos Aires. Prefiro, sei lá, passar o fim de semana em Paraty (que eu adoro). Eu sei, ela vale a pena, tem os restaurantes, as compras, o câmbio tá bom… mas de novo: eu tenho preguiça.

Não preciso voltar pra Quebec, mas a viagem até lá é linda (alá meu pai influenciando). Niagara Falls definitvamente é lugar que não só não preciso voltar como também um ao qual não precisaria jamais ter ido. É um mix de Poços de Caldas com Chafariz de Shopping (sem o doce de leite de Poços, bien compris – nem o leitãozinho). Las Vegas é divertido, mas também não carece de mais que uma visita (um dia preciso contar o episódio em que o pai de lordrastajr foi preso no caminho de ida e eu tive que trocar travellers num casino furreca para soltá-lo, numa cidade daquelas de filme pesadelo no meio do deserto). Mas sei lá, de repente, num rompante…

Florianópolis é outra cidade pela qual não morro de amores (perdão amigos queridos que moram lá). E é linda né? Mas o tal do molejo de amor machucado, sacumé… Costumo provocar dizendo que praia sem coqueiro eu tenho aqui do lado, em Ilhabela.

 

 

O pôr do sol mais lindo que a poluição pode te proporcionar

Mas sabem? Eu reclamo, reclamo, reclamo… Mas a não ser aquele combo jorgeamadiano que mencionei, não troco esse maldito por do sol cor de rosa aí de cima por nada. Não adianta. Como dizia meu pai, melhor hotel ainda é a minha casa, e pra cá que eu sempre quero voltar. <3

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Sobre a blogagem coletiva:

*Na semana passada, numa troca de tuites entre CláudiaNatalieCarinaPatriciaCarmemMarcie, surgiu a ideia de listar os lugares que cada uma delas considerava “viu-tá-visto”. Aí a conversa evoluiu e dedidiram fazer também uma segunda lista – com cidades ou países para onde voltariam sempre. Mais gente foi entrando na conversa e, no fim,  a notícia se espalhou e a gente decidiu, vejam só fazer uma blogagem coletiva com o tema “umas com tanto, outras com nada” hoje, dia 19. Então aqui vamos nós. VISITEM OS OUTROS PRA VER O QUE ELES APRONTARAM!!! CORRÃO!!

Blogs que participaram da postagem:

Abrindo o Bico

Agora Vai Mesmo

Aprendiz de Viajante

Área de Jogos da Dri

Big Trip

Blog da Nhatinha

Boa Viagem

Caderninho da Tia Helô

Colagem

Cristomasi

Croissant-Land

De uns tempos pra cá

De volta outra vez

Dicas e Roteiros de Viagens

Dividindo a Bagagem

Donde Ando? Por aí.

Dri Everywhere

Filigrana

Flashes por Si

Guardando Memórias

Inquietos Blog

JB Travel

Jr Viajando

Liliane Ferrari

Ladyrasta

Mi Blogito

Mala de Rodinhas e Necessaire

Mauoscar

Mikix

Olhando o Mundo

O que eu fiz nas Férias

Pela Estrada Afora

Pelo Mundo

Psiulândia

Rezinha Por aí

Rosmarino e Outros Temperos

Sambalelê

Senzatia

Sunday Cooks

Turomaquia

Uma malla pelo mundo

Uno en cada lugar

Viagem pelo Mundo

Viaggiando

Viajar e Pensar

Viagem e Viagens

 


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Alexander Mc Queen no Metropolitan: Andrea conta o que achou

Quem conhece a comunidade #brioches no Facebook (tem porta de entrada direta aí nas páginas do blog) sabe muito bem que a @andrea_tedeschi sabe tudo o que você possa imaginar e mais um pouco sobre cosméticos, maquiagem, produtos para o cabelo, tratamentos de pele e o que mais se referir ao assunto. Não bastasse isso, ela ainda é culta como poucas pessoas que eu conheço (e com aquele je ne sais quoi chic minimalista Calvin Klein- Ralph Lauren que eu adoraria ser mas minha personalidade barroca não permite). Junte-se a isso uma ida a Nova York e a ventura que vocês caros leitores (sim, vocês, eu sou só o instrumento, hahaha) têm de eu conhecê-la, e temos aqui uma série de textos sobre Nova York e os mimos que ela comprou (ou viu por lá).

Agora vou ficar quietinha e deixar ela contar como está a exposição do Alexander Mc Queen no Met. Divirtam-se :-)

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Este será o primeiro de uma série de posts sobre minha viagem a Nova York em Maio deste ano. Desta vez fui pra lá cheia de boas intenções. Pela ordem:

1. Assistir à montagem da peça The Importance of Being Earnest, de Oscar Wilde, dirigida por Brian Bedford (que também faz o papel de Lady Bracknell);

2. Ver a exposição Savage Beauty, em homenagem a Alexander McQueen, no Metropolitan;

3. Visitar o Jardim Botânico do Brooklyn;

4.  Fazer comprinhas de beleza

Desobedecendo a ordem da lista, vou começar falando da exposição no Metropolitan. Primeiramente, estava lotadíssima. A exposição foi inaugurada no baile do Met no dia 02 de Maio, e eu fui no dia 14 – que, como era um sábado, estava mais lotado ainda.

De qualquer forma, a gigantesca fila, que serpenteava por várias outras salas e exposições do museu, estava organizada e andava com agradável regularidade. Os funcionários anunciavam ao público espera de 15 minutos, e assim foi até que eu pudesse entrar na sala da exposição.

 

Foto da montagem da exposição

 

A ambientação criada pelos idealizadores foi primorosa. Trilha sonora, iluminação e painéis estavam fiéis ao estilo de McQueen. Misterioso, denso, algo lúgubre. Muitos modelos escolhidos pertencem às coleções góticas e românticas-naturalistas e primitivistas, No entanto, havia também criações da coleção em tartan (xadrez escocês).

Apontar o esmero e perfeição na confecção de tais indumentárias é quase desnecessário e óbvio. Mas impressionam e encantam de tal forma, que fica impossível não mencionar esse aspecto. Os bordados, brocados, costuras em couro e moulage irrepreensível merecem todo respeito e admiração pela arte, sensibilidade e talento de McQueen.

Acessórios são destacados à parte e o devido crédito lhes é dado nos painéis indicativos da exposição. Muitos chapéus e outros adornos de cabeça foram feitos por Philip Treacy para McQueen.

Dentre muitas informações e declarações relevantes de McQueen para a compreensão de suas criações por parte do público, as que mais me chamaram minha atenção foram aquelas em que ele diz que mulher e romantismo andam juntos, e por isso suas coleções são sempre permeadas de temas românticos; mas ele não consegue ver romantismo entrelaçado com ingenuidade ou fragilidade feminina – daí suas criações mostrarem uma combinação equilibrada de diáfano e obscuro, leve e pesado, delicado e poderoso.

É uma exposição que interessará não apenas a estudantes de moda, fashionistas ou mulheres, mas todos que queiram ter uma compreensão maior do universo de um artista singular e que, dentre vários outros estilistas, reforçou em nossa cultura o conceito de que moda é, também, uma forma de arte (aqui você encontra mais fotos incríveis)

Na lojinha do Met tem vários souvenirs da exposição, desde livros até cartões postais, mas os preços são salgadinhos, em comparação com souvenirs normais.

Eu diria que é imperdível para quem gosta de moda e de observar a cultura através dela: aquilo é litralmente uma aula de McQueen, cultura de moda e cultura geral.

A exposição estará aberta até dia 31 de Julho.

Para saber mais sobre a exposição Savage Beauty clique aqui

Dica: compre com antecedência sua entrada no Met Museum

*** ladyrasta entra na sala***

Folks, pra quem gosta de moda, eu sempre recomendo ler o Fashion Babylon. Explico por quê aqui.

Aguardem cenas dos próximos capítulos, nas “As Aventuras de Andrea nas terras Estadunidenses” (!) :-)

 

 

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Onde ouvir boa música ao vivo em São Paulo

Well, vocês sabem que São Paulo tem eventos para todos os gostos e estilos musicais, então seria absolutamente impossível listar lugares de todos os gêneros da cidade; por isso, a ideia aqui é mostrar os lugares onde há boa música ao vivo do que eu curto, mencionando portanto lugares que eu frequento e que na maioria das vezes, têm uma programação homogênea – ou seja, é raro haver algo ruim.  Tendo bom gosto musical, dificilmente alguém se arrependerá de ter ido a essas casas. Divirtam-se!

Auditório do Ibirapuera

Pra começar, o lugar é lindo.  Projeto de Oscar Niemeyer, programação extremamente diversificada, indo da música clássica à MPB, passando pelo jazz (esta semana por exemplo, tem Villa Lobos na 6a feira – que assistirei – e  Ana Canas no domingo) em espetáculos sempre de grande qualidade). Tenho visto muita coisa boa lá, e os preços são acessíveis. Além disso, há a possibilidade de se fazer reservas de ingressos pelo site. A acústica também é muito boa. Adoro terminar o fim de semana com um espetáculo no começo da noite (19:00). Delícia, viu?

Sala São Paulo

Parte do Complexo Júlio Prestes, localizado no Centro da cidade, a Sala São Paulo era uma antiga estação de trem que foi reformada a fim de tornar-se a maior e mais moderna sala de concertos da América Latina. O Complexo Júlio Prestes também abriga a sede da Osesp, indicada pela revista inglesa Gramophone como uma das três orquestras emergentes no mundo às quais se deve prestar atenção.

A programação é muito bem cuidada (confira aqui a de 2010, com detalhamento no hot site), e os preços da plateia superior (que é muito boa tanto em termos de visão quanto de acústica – já assisti a vários espetáculos de lá) também não são salgados tendo em vista a qualidade oferecida pela casa). Pra quem for cliente Itaú Personalité, dentro da programação Osesp  Personalité (série especial de concertos muitíssimo bem cuidada), o estacionamento é gratuito, viu?

Eu tenho especial predileção por algumas recomendações da casa (confira no setor ingressos) onde nos é informado que crianças são benvindas (havendo inclusive aconselhamento quanto ao tipo de espetáculo adequado) e que trajes adequados são aconselháveis (não, moçada, eu não sou do tipo que acha que se vai a qualquer lugar como se quer – alguém aqui trabalha de biquini, por acaso? :-) . A

Ainda quanto à Sala São Paulo, gostaria de destacar uma programação infantil magnífica: a série Aprendiz de Maestro, uma realização da TUCCA (Associção para Crianças e Adolescentes com Câncer). Os espetáculos, realizados uma vez por mês aos sábados de manhã, são voltados para o público infantil com o objetivo de criar o interesse da criança pela música clássica (mas posso dizer? eu adorava levar meu filho, aprendia muito). Falei bastante sobre o projeto nesse post aqui, que inclusive tem vários vídeos – vale a ver, viu?

Programação do Sesc

O Sesc tem sempre uma programação deliciosa em matéria de música. Gosto em especial do Sesc Pompeia e do Sesc Pinheiros (mas é bom deixar claro que há várias unidades espalhadas pela cidade, todas com programação muito boa). Em geral a programação gira em torno de música popular, mas sempre de boa qualidade. Eu nunca errei quando fui parar na choperia do Sesc Pompeia, mesmo sem saber direito o que estava acontecendo – e os preços também são super camaradas.

Jazz nos Fundos

Um dos segredinhos de Pinheiros, o Jazz nos Fundos fica escondido no terreno de um estacionamento. É pequenininho, apertado, simples, mas a qualidade da música é ótima. Super vale a pena!

Syndikat Jazz Club

O Syndikat é outro bar de jazz escondidinho, dessa vez nos Jardins. As apresentações ao vivo, que rolam no porão, são sempre bacanas; as bebidas e os belisquetes também são bons. É um pouco mais caro que o Jazz nos Fundos citado acima.

Teta


Bar pequenininho em Pinheiros (na frente do Cemitério São Paulo), descompromissado, com comidinhas gostosas e bom jazz sempre. Querem uma resenha mais paciente e elaborada que a minha (que, devo admitir, por vezes consiste apenas num “vai lá”)? Tem aqui.

Ó do Borogodó

Casa de samba e choro, de excelente reputação, também em Pinheiros, também pequenininha, com  programação musical excelente. Ano passado ganhou o prêmio de melhor música ao vivo da Veja-SP. Tem um pessoal bonito, viu? ;-)

Você vai se Quiser

Já que falei do Ó  do Borogodó e portanto, de samba, não poderia deixar de falar do Você Vai Se Quiser, mais conhecido como Samba da Praça Roosevelt, pois afinal de contas é meio que  a “minha” casa, lugar onde “bato cartão” todo santo sábado a tarde. O lugar é bem simples, a frequência é o que chamo de “samba cosmopolita” e pode assustar alguns pela heterogeneidade (leia o que o meu querido @riqfreire escreveu aqui) mas a música, a feijoada, os petiscos,  bem como a já mencionada frequência (se é que vocês me entendem :lol: ) são ótimos. A roda de samba aos sábados começa às 5 e termina às 9 da noite (o caldinho de feijão servido no fim é bem bom, viu?).

Studio SP

Aqui o ambiente já muda. O Studio SP fica no Baixo Augusta, o estilo de  música é alternativo (mas a programação também é regular, embora os estilos musicais variem muitíssimo) e o clima é mais de “balada” – se faz o seu gênero, dê um’ olhada na programação e se jogue!

Bom folks, é isso. Se alguém tiver dicas de outros lugares, ou impressões sobre os que menciocei, favor deixar nos comentários, tá?


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Morro de São Paulo : Como R$0,62 arruinam a imagem de um lugar

Olha, eu sei que tem que ser muito ingênuo (ou muito novo) para achar que um lugar pequeno como Morro de São Paulo aguenta o tranco da invasão de turistas na semana do Reveillon; mas também entendo que a Secretaria de Turismo do Estado deve fazer o possível para tornar a estada do turista mais agradável e evitar cenas como esta:

Horror né? E se eu contar pra vocês que a confusão continua e piora?

Sabem o que é isto? A fila para embarque em Morro de São Paulo dia 03 de janeiro. Fila esssa causada pela cobrança da taxa de embarque no valor de… R$0,62!!!

Sério moçada, não é possível que esse seja o meio mais fácil de cobrança, até porque quando se entra na ilha é cobrada uma taxa de turismo; dava perfeitamente para cobrar a taxa de embarque da volta daqueles que voltarão de barco, né?

E a pergunta que não quer calar: por que R$ 0,62? Pra ficar mais difícil de arrumar troco? Ou seria algum número cabalístico?

Vi pessoas chegando (ou seja, que só passaram pelo  perrengue de atravessar a fila- e já era difícil :-( ), que ao ver aquela bagunça, afirmavam peremptoriamente ser a primeira e última vez que iam pra lá.

Alô Governo da Bahia, que tal prestar atenção nisso, hein?  O turista agradece.

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P.S. Vale dizer: a moça aqui estava no contrafluxo; não fico em Morro de São Paulo no Reveillon (tampouco na alta temporada) por nada desse mundo…

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Braços abertos sobre a Guanabara – II

Urca - Rio de Janeiro - Flavia Penido

Bom tá na hora de complementar o post onde falei do meu feriado super estendido que passei no Rio de Janeiro, né? Daqui a pouco vou  pra lá de novo e haja post  atrasado, hehehe.

Confesso que a parte boa de não ter feito um sol inclemente no feriado ajudou a conhecer um pouco mais da cidade; por outro lado, depois de dois dias de tempo  meio brocolhão, o sol delicioso que fez na 2ª feira quase me fez desistir de ir a um dos programas que mais tinha vontade de fazer no Rio de Janeiro: o Samba do Trabalhador, que rola toda tarde de 2a feira no Clube Renascença, no Andaraí (aquele bairro onde Dondon jogava, lembram?).  Pra quem não sabe, o  nome  vem do fato de a 2a feira ser o dia de folga dos músicos, que pra se divertir, fazem o quê? Isso mesmo, adivinharam: tocam música :lol:

Como é dificílimo estar no Rio numa segunda-feira, arrumei  forças para sair do sol e foi pro Andaraí – que, ao contrário do que imaginava, não era tão longe da Zona Sul assim; de taxi de Ipanema deu a mesma coisa que ir de Ipanema à Lapa: $ 25 pila.

Clube Renascença - Rio de Janeiro - Samba do Trabalhador

Ainda bem que eu fui. Já me diverti na entrada, porque no ingresso (R$ 2,00 se não me engano, ou algo próximo disso) está escrito “damas”. Ah! o romantismo e a elegância do samba… O lugar é bacana, um clube com uma quadra pequena, mas com área aberta enorme, com uma caramboleira no meio, mesas espalhadas ao ar livre, bem arejado..

Clube Renascença - Samba do Trabalhador - Rio de Janeiro

Quem comanda a mesa é o Moacyr Luz, que é bárbaro. Olha ele aí embaixo de camisa vermelha, conversando com um médico muitíssimo conhecido, que estava a passeio no Rio de Janeiro naquele feriado:

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E aqui uma palhinha do samba de mesa:

Samba do Trabalhador – Clube Renascença from Lady Rasta on Vimeo.

Cheguei lá 3 e meia da tarde e só saí perto das 9 porque  tinha outros compromissos já agendados. Fala a verdade, tem como ir embora de um lugar onde um velhinho desses começa a se exibir do nada? Não tem né?

Samba do Trabalhador – Clube Renascença from Lady Rasta on Vimeo.

Fui dormir feliz, com a alma lavada sabem? Mal posso esperar pra ir de novo – dizem que o pessoal mara trabalho pra ir lá, ou então saem correndo pra chegar a tempo de ver o finzinho… Se eu morasse no Rio faria o mesmo, juro!!

Na 3a feira, tentei fazer um programa que estava pendente na minha to do list do Rio de Janeiro: ver o por do Sol no Forte de Copacabana (tem uma Confeitaria Colombo meio caída lá, mas vale pelo visual, segundo me informaram) – mas o Forte estava fechado da silva, e mais uma vez esse por do sol ficou pra próxima.

Aproveitei pra mostrar pra uma amiga paulista que estava comigo a filial carioca de um lugar de Petropólis que tem uma das melhores torta mil folhas que já comi (fresquíssima, montada na hora): a da Pavelka. É um lugar pequenininho, escondidinho no Leblon, onde vc come salsichas bárbaras (com mostardas de fabricação caseira igualmente divinas), toma um chopp muito bom, ou então toma capuccino e come docinhos incríveis. Vale anotar pra ter na manga sabe?

Bracarense - Rio de de Janeiro

Deu tempo pra mais um chopp no Bracarense (é, eu sei, tem gente que acha caído, e agora há a dissidência do Chico e Alaíde, mas continuo gostando de lá, sabiam?), descansar, e a noite fui conhecer um restaurante de tapas espanholas que estava na minha to do list desde maio: o !Venga!

Foto afanada do blog da Constance Escobar

Foto afanada do blog da Constance Escobar

O lugar é mínimo, super pequeno e apertado, mas eu AMEI. Comi um polvo que dava pra cortar com o garfo de tão macio (e quem gosta de polvo sabe como isso é difícil); lulas divinas, cogumelos idem, sangria descendo de forma deliciosa (já falei o quanto gosto de sangria? Pois é, adoro). E a sobremesa também estava ótima: churros fininhos, com chocolate (dica da Constance, of course – e quem sou eu pra discutir com ela né?)

Infelizmente, como tudo o que é bom acaba, no dia seguinte voltei. Mas não vejo a hora de voltar pra conferir o que está pendente na minha to do list…

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DICAS DO QUE NÃO FIZ MAS SEI QUE É OTIMO (ACREDITE EM MIM)

- Rodas de Choro em Laranjeiras: há duas: uma na feira da Praça General Glicério e outra  na Praça São Salvador (mais informações aqui). Na minha próxima ida ao Rio, esse programa não escapa!!

- Democráticos: mais antiga sociedade carnavalesca do Rio, ultimamente tem apresentado shows ótimos às 5a, 6as e sábados. Ligue antes pra confirmar horários e programação.

- Teresa Cristina no Carioca da Gema - adoro Teresa Cristina, que começou apadrinhada por Paulinho da Viola e tem lançado CDs muito bons, com interpretações que adoro. Pra quem gosta de música brasileira de qualidade, é uma senhora pedida – e de quebra você ainda conhece a Lapa. Atualmente ela canta toda 6a feira no Carioca da Gema, bar situado na Lapa.

- Trapiche Gamboa: além de samba de raiz (ao que me consta) muito bom, em algum dia da semana rola uma roda de chor famosa, tenho muita vontade de conhecer.

- alugar uma bike : Deve ser uma delícia né? O Rio combina com bicicleta.

- Bar do Adão : confesso que a Lívia me deixou com água na boca sabiam? E confio no taco dela; se ela diz que os pasteis valem a pena, é porque valem!

-LUGARES QUE JÁ FUI E RECOMENDO:

- Garcia e Rodrigues: os cariocas vão ficar bravos, mas não gosto do restaurante de lá; no entanto, adoro os pães, os docinhos, os pratos salgados…uma delícia.

- Casa Rosa:  lugar peculiar, pois foi um antigo puteiro do Rio de Janeiro que inclusive virou filme. Transformou-se numa espécie de espaço cultural e  tem vários ambientes, cada um tocando um tipo de música brasileira, com shows em um deles. Lugar simples, desencanado, mas adorei.

- Jardim Botânico: lugar lindo, tranquilo, daqueles que você tem dificuldade em associar com o Rio de Janeiro tradicional – tem recantos belíssimos, e um café muito bonito e gostoso também.

MAIS DICAS PROFISSA DO RIO

Outras dicas bacanérrimas sobre o Rio de Janeiro vocês encontram:

- no @Riqfreire, em vários posts, com esse aqui especial de restôs;

- na Constance Escobar na seção Rio na Mesa

- Bruno Agostini no seu Direto do Rio de Janeiro;

- Blog sobre a Lapa, que hoje em dia tem zilhões de bares bacanas

- Veja Rio – tem que garimpar, mas sempre é uma boa fonte de informação

- Caderno d’ O Globo que sai toda 5a feira sobre a programação da semana

Ah! Já ia esquecendo:  eu já fui ao Pão de Açúcar e nunca fui ao Corcovado; este último demora muito, e eu prefiro ver outras coisas no pouco tempo que tenho no Rio. Mas o que é de gosto regala a vida, já diziam os antigos, então, se vocês têm vontade, be my guest!

E quem tiver dicas bacanas, favor jogar na roda já!!! :-)

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Braços abertos sobre a Guanabara I

Eu quase nunca falo das minhas viagens aqui no blog (até porque tem tanto blog de viagem bacana que sempre acho bobagem, sabe?), mas dessa vez vou abrir uma exceção pra falar não só dos meus cantos preferidos daqui como do lugares que conheci nessa semana:

Saindo do avião, antes de ir à praia tomei uma (tá bom, duas) Theresópolis relâmpago com a Majô e a CarlaZ (que aliás por muito pouco não perdeu o avião pra Turquia :lol: ) no Talho Capixaba (aliás ótimo também no quesito aquisição de guloseimas pra beliscar em casa – categoria em que o Garcia e Rodrigues também é fortíssimo )

Majô, eu e CarlaZ no Talho Capixaba

Sábado a noite fui num restaurante charrmosinho na linha saudável chic  na pracinha  de Ipanema, o Market : música gostosa, comida e ambiente idem, e super descompromissado. Amei.

Na 6a feira, depois de passear por Ipanema e Leblon para umas comprinhas básicas, me encontrei com a Constance para ser apresentada ao Bar Urca. Lugar charmoso, low profile, com aquela coisa de tomar cerveja e comer empadinhas e bolinho de bacalhau sentada na balaustrada vendo a Baía da Guanabara.

Urca - Rio de Janeiro - Flavia Penido

Vista da balaustrada em frente ao Bar Urca

A Urca, à semlhança de Santa Tereza, é um bairro que parou no tempo, no bom sentido do termo: tranquilidade, casas preservadas, aquele ar de cidade do interior… uma delícia. Além disso, o small talking da Constance não é um small talking qualquer – como filha de músico talentoso, tem histórias de infância deliciosas (além de entender de música, arte e gastronomia como poucos), tudo isso num super  low profile way of living (e isso é raro, num mundo onde todo mundo adora fazer a linha “sou sofisticada e up nose“).

Pizza básica no Capricciosa, e depois eu tava a fim de ir no elogiado  Samba da Luzia, mas um pit-stop em festinha básica chez @ManuRangel m’o impediram.

Sábado foi dia de @arnaldobranco e @livbrandao (que deu uma entrevista falando sobre seus lugares preferidos no Rio) , queridos que o Twitter e o @diegomaia me trouxeram. Almoço no Samoa e depois feirinha na rua do Lavradio (rola todo 1o domingo do mês). Tem vários barzinhos bacanas na própria rua (o Arnaldo gosta muito do Mangue Seco), e como a gente  só consegue descobrir as coisas quando está em outra cidade, entrei na loja da Granado pra conhecer  e me encantei com diversos produtos baratos e bacanérrimos (aguardem post do Boudoir).

Fui conhecer o Rio Scenarium – casa linda, mas confesso que it’s not my kind of town: gosto de lugares menores, mais aconchegantes, e com música um pouco mais autêntica; mas o que seria do verde se todos gostassem do azul, certo? É um lugar bacana, só não é o meu bacana…

Sábado chuvoso no Rio, mas eu sou daquelas que não se deixa abater, certo? Café básico na Livraria Letras e Expressões enquanto decidia se iria pra Santa Tereza, mas antes esbarrei sem querer na Toca do Vinícius, uma livraria dedicada à música brasileira com ênfase no choro, samba e bossanova. Adorei ver farta bibliografia sobre o assunto, adorei o clima pequenininho da loja, e o clima chuvoso ajudava.

Jazz - Matisse - Santa Teresa - Museu Chácara do Céu

Deu preguiça de subir de bondinho  pra Santa Teresa, fica pra próxima. Descobri que no Museu da Chácara do Céu esta rolando uma exposiçao de gravuras que Matisse elaborou para um livro sobre Jazz, e embalada pela exposição que está rolando em São Paulo, fui conferir. Adorei. O museu é lindo, com alguns Portinaris e Di Cavalcantis no seu acervo. A exposição do livro de Jazz do Matisse é pequena, duas salas apenas, mas deliciosa.- até porque vc entra na sala e está rolando um Chet Baker pra entrar no clima né?E com aquele tempinho de “fog carioca” tinha tudo a ver. No museu ainda havia gravuras bem bacanas de Debret (não sei se fazem parte do acervo permanente dele). Antes disso entrei por engano na Casa das Ruínas e me diverti andando por aquilo vazio (a vista de lá deve ser memorável sem o fog carioca, hehehe).

Graças à dica da Constance, fui atrás dos doces portugueses da Alda Maria – e devo dizer que ela não exagerou nem um pouco; os doces são divinos. Comi um chamado Dom Rodrigo que era absurdamente bom (segundo a Constance, Alda Maria só usa ovos caipiras – pode estar aí um dos  seus segredos…)

Depois passei no bar do Mineiro, que eu adoro – os pasteis são uma delícia, o astral incrível (várias fotos de artistas e aquele ar cult de Santa Tereza sabem?).

Bar do Mineiro - Santa Teresa - Rio de Janeiro

Bar do Mineiro - Santa Teresa - Rio de Janeiro

Só lamentei o fato de não ter conseguido ir almoçar no Aprazível, restaurante do qual todos falam muito bem.

Bom, paro  aqui, mas aguardem: esse post tem continuação, tenho mais um monte de coisas pra contar. Aguardem!!!

Largo dos Guimarães - Santa Tereza - Rio de Janeiro

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Manhattanhenge – Glamour na Ilha

Manhattanhenge by Hudson666

Um dos itens compartilhados pela SrtaBia que vi essa semana era post do Flickr Blog falando sobre o Manhhatanhenge. O nome é um mix entre Manhattan (o bairro mais famoso de Nova York) e Stonehenge (aquele lego de Obelix que tem lá na Inglaterra, saca?)

A definição do fenômeno?

“Twice per year, the sun would set exactly at the end of crosstown streets of Manhattan, New York City. It is therefore called Manhattanhenge – an analogy of England’s Stonehenge, at which the sun aligns with the stones.”

A tradução aproximada seria algo como ” duas vezes ao ano, o sol se põe exatamente no fim dos cruzamentos das ruas de Manhattan, Nova York.  É chamado Manhattanhenge – uma analogia com Stonehenge inglesa, onde o sol se alinha com as pedras”.

Manhattanhenge Sunset 42 st by "jonnbell has no h"

Escandaloso de lindo não? Vivendo e aprendendo, nunca tinha ouvido falar disso!!

Manhattanhenge by jasoneppink

Nesse vídeo que achei no youtube dá pra ter uma ideia de como é bonito, pois é possível ver o sol se pondo em cada uma das ruas pelas quais a pessoa passa:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=RN_1V8C5yMQ]

E como sou um doce de coco, fiz uma playlistzinha pra vcs viajarem enquanto olham pra essas imagens:

Bom fim de semana a todos!

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P.S. Recomendo fortemente uma visita ao Flickr Blog

P.S. Esse post vai com um beijo especialmente pra Marcie, Embaixadora Oficial do VNV em Nova York.

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